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Governo Bolsonaro descumpre promessa e botijão de gás chega a R$ 105

Política de preços tem sacrificado a população


Gás de cozinha teve 10 aumentos em 2020
Gás de cozinha teve 10 aumentos em 2020

Uma das promessas de campanha de Jair Bolsonaro, a redução do preço do botijão de gás está muito longe de acontecer. Na realidade, a promessa tem seguido o caminho contrário, com o gás ficando cada vez mais caro. 

Somente em 2020, em plena pandemia, foram 10 aumentos consecutivos. Neste ano, o cenário não é diferente. No dia 6, a Petrobras anunciou um novo acréscimo de 6% ao valor do botijão. O aumento fez com que o preço do gás chegue a R$ 105 em algumas regiões do país.

A realidade contrasta com o discurso do ministro da Economia, Paulo Guedes, que na metade de 2019 cravou que o preço do gás cairia pela metade. Na época, isto significava que o botijão poderia ser vendido a R$ 35. 
Mas, afinal de contas, o que aconteceu?

Desde 2017, o subsídio do governo que mantinha os preços estáveis foi encerrado. Já sob o governo Bolsonaro, a partir de 2019, a política adotada passou a ser de reajustar os preços de acordo com o mercado internacional, deixando de lado as necessidades da população. 

Não é só o gás que está pela hora da morte. O preço dos alimentos também está sacrificando as famílias.

“O Brasil já registra um empobrecimento recorde de sua população e a coisa deve piorar com o fim do auxílio emergencial. Por isso, é fundamental que o governo mude a política de preços, garantindo aos mais pobres o acesso ao gás de cozinha”, afirma o diretor do Sindicato Valmir Mariano.


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