Violência

Cresce o número de estupros no Vale do Paraíba

Estado não oferece proteção para as vítimas


O número de casos de estupro registrados em toda região do Vale do Paraíba cresceu 8% no início deste ano em relação ao mesmo período de 2017. As maiores vítimas são jovens menores de 14 anos. Os números são da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, que registrou 235 casos, entre janeiro e abril deste ano, contra 217 ocorrências no ano passado.

De acordo com os dados da SSP, foram 172 casos contra crianças e adolescentes (de ambos os sexos) e 63 contra mulheres adultas.

Mas o número de casos pode ser ainda maior, considerando que há muitas vítimas que deixam de denunciar o agressor por temer represálias e preconceito.

“Não é por acaso que as mulheres têm medo de denunciar seus agressores. Muitas vezes, o estuprador está dentro de casa e violenta suas próprias filhas e companheiras. O governo não oferece proteção, as delegacias da mulher são insuficientes e as casas abrigos praticamente não existem. Mas temos de lutar para mudar este cenário e exigir uma ampla rede de proteção às vítimas do estupro”, afirma a diretora do Sindicato Aline Bernardo dos Santos, integrante da Secretaria de Mulheres.

Brasil
O aumento no número de casos de estupro na região segue o panorama nacional, considerando os dados do “Atlas da Violência”, relatório que foi divulgado no último dia 5 pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. De acordo com o levantamento, foram 12.087 casos informados em 2011 contra 22.918 em 2016. No Atlas da Violência, as crianças e adolescentes também aparecem como maiores vítimas, com 50,9% dos casos registrados.

O número de mortes violentas de mulheres também continua crescendo, na casa de 6,4% nos últimos 10 anos, segundo os dados do Atlas. Em 2016, foram 4.645 mulheres assassinadas, ou seja, 4,5 mortes para cada 100 mil habitantes.


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