Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região

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Lutas - Reintegração de Guri à Gerdau, já!

De forma arbitrária, a Gerdau demitiu o diretor do Sindicato Anderson Aparecido Pereira da Silva, o Guri, no dia 10 de janeiro. A atitude da empresa é um grave ataque à categoria metalúrgica e visa enfraquecer a organização dos trabalhadores na fábrica.
Além de não existir qualquer motivo para a dispensa, Guri possui estabilidade por ser dirigente sindical. “Esta é mais uma manobra de repressão da Gerdau, que tenta dificultar a organização dos trabalhadores.

Em 2018, os patrões vão fazer de tudo para tentar impor ataques, como a reforma trabalhista. Por isso, é necessário que os metalúrgicos se mobilizem”, afirma Guri.

O Departamento Jurídico do Sindicato entrou com uma ação na Justiça e conseguiu uma liminar, expedida no dia 10 de fevereiro, garantindo a reintegração de Guri. No entanto, novamente a Gerdau mostrou seu autoritarismo. Guri foi impedido de entrar na fábrica pelos seguranças e a empresa negou-se a cumprir a sentença.

Acampamento
Frente a esse cenário de intransigência, um acampamento foi levantado em frente à Gerdau, na zona sul de São José dos Campos, como forma de pressionar a fábrica a reintegrar Guri. Formado por cipeiros e ativistas da categoria metalúrgica, o acampamento tem recebido o apoio dos trabalhadores.

“Nós ficaremos acampados na portaria da Gerdau até que a liminar da Justiça seja cumprida e Guri, reintegrado. Estamos recebendo o apoio de trabalhadores da Gerdau de todo o país e seguiremos acampados por tempo indeterminado”, afirma o diretor do Sindicato José Dantas Sobrinho.

Histórico de luta
Guri é funcionário da empresa há 11 anos e sempre esteve presente nas mobilizações em defesa dos direitos dos trabalhadores. Sua atuação fez com que a Gerdau o perseguisse em mais de uma oportunidade. Em 2014, a fábrica tentou demiti-lo para impedir que participasse da eleição de Cipa. Guri assumiu a direção do Sindicato em 2015.

A demissão arbitrária de Guri merece todo o repúdio. A atitude fere a categoria. Num cenário em que se tenta fragilizar os sindicatos no país, é preciso defender a liberdade de organização operária. Por isso, exigimos a reintegração de Guri.

Convidamos todo movimento sindical a enviar uma moção de repúdio (modelo abaixo) e exigir a reintegração imediata do companheiro.

Moção de repúdio

A demissão do diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos Anderson Pereira Aparecido da Silva, conhecido como Guri, merece todo repúdio. A medida arbitrária tomada pela Gerdau visa ao enfraquecimento da organização dos trabalhadores dentro da fábrica.É importante a união do movimento sindical brasileiro para enfrentar esse ataque. Acesse a moção de repúdio à demissão de Guri e envie para os membros da direção da Gerdau.

 

 


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