País desigual

Metade dos brasileiros sobrevive com apenas R$ 413 mensais

Enquanto isso, 1% mais rico tem renda média de R$ 16.297 por pessoa


O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo e, em razão da política econômica fielmente aplicada pelos últimos governos (PSDB, PT, MDB, Bolsonaro), essa situação não tem se revertido. Pelo contrário.

Segundo dados oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados no mês passado, a desigualdade de renda no país alcançou patamar recorde em 2018, dentro da série histórica iniciada pelo órgão em 2012.

A metade mais pobre da população, ou seja, quase 104 milhões de brasileiros, vivia com apenas R$ 413 mensais, considerando todas as fontes de renda.

No outro extremo, o 1% mais rico, o que representa somente 2,1 milhões de pessoas, tinha renda média de R$ 16.297 por pessoa. Ou seja, essa pequena fatia mais abastada da população ganhava quase 40 vezes mais que a metade da base da pirâmide populacional. 

Outro dado chocante: 10,4 milhões de pessoas (5% da população) sobrevivem com R$ 51 mensais, em média. Já considerando os 30% mais pobres (60,4 milhões de pessoas), a renda média per capita subia a apenas R$ 269.

Os dados do IBGE demonstram que a crise atingiu principalmente os mais pobres, enquanto os ricos ficaram ainda mais ricos.

"Essa é a lógica do sistema capitalista, em que prevalece a lógica de Robin Hood às avessas: tira dos que já têm muito pouco para encher os bolsos daqueles que já têm tudo. Por isso, a nossa luta não deve se restringir apenas a lutar por aumento de salário ou uma PLR mais gorda, mas pela própria mudança desse sistema cruel", afirmou o presidente do Sindicato, Weller Gonçalves.


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