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Reunião em Brasília 30/05/2012 | 17:46

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Cobrado pelo Sindicato, ministro defende fim das demissões na GM

Brizola Neto recebeu, nesta quarta-feira, o presidente Antonio Ferreira de Barros

Em reunião com representantes do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, o ministro do Trabalho, Brizola Neto, se comprometeu a tomar iniciativas que evitem novas demissões na General Motors. O presidente do Sindicato, Antonio Ferreira de Barros, apresentou ao ministro o cenário vivido hoje pelos trabalhadores da montadora. A reunião aconteceu nesta quarta-feira, dia 30, em Brasília.

O ministro se mostrou preocupado com as demissões e disse que, em breve, vai detalhar para o Sindicato quais providências serão tomadas. Ele deve entrar em contato com órgãos federais diretamente ligados às políticas voltadas para as montadoras. Entre abril de 2011 e abril de 2012, foram demitidos 1.022 funcionários da fábrica de São José dos Campos e 771 de São Caetano do Sul.

O Sindicato deixou claro, para o ministro, que está aberto ao diálogo com a GM para discutir sobre futuros investimentos na fábrica de São José dos Campos. Brizola Neto concordou com o Sindicato de que a GM deve ser cobrada pelas demissões, já que vem recebendo incentivos fiscais por parte do Governo Federal.

“O ministro mostrou-se contrário às demissões e se colocou à disposição do Sindicato para apoiar essas reivindicações. Agora, o Sindicato vai aguardar medidas concretas que o governo possa tomar para impedir novas demissões, especialmente de lesionados. Enquanto isso, os trabalhadores e o Sindicato continuam na luta para que a GM pare de demitir e volte a investir na fábrica de São José dos Campos”, afirma Antonio Ferreira de Barros.

Outras reivindicações
Além de apresentar a situação dos trabalhadores da GM, o Sindicato também protocolou uma carta em que pede abertura de discussões sobre a necessidade de redução da jornada de trabalho na Embraer e estabilidade no emprego para os funcionários da fabricante de aviões, que também tem sido beneficiada com dinheiro público. Hoje, a jornada na Embraer é de 43 horas semanais – uma das maiores do setor aeronáutico no mundo.
Também foi apresentado um relatório referente às empresas de nossa base que estão em débito com o FGTS e INSS.

 

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