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Saúde do Trabalhador 28/02/2012 | 16:07

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Ato mostra luta dos trabalhadores contra LER

Manifestação aconteceu em frente ao INSS e param Av. João Guilhermino, no Dia Mundial de Combate à LER

A CSP-Conlutas e trabalhadores realizaram uma manifestação nesta terça-feira, dia 28, em frente ao INSS, em São José dos Campos, pelo Dia Mundial de Combate à LER (Lesão por Esforço Repetitivo). O ato também denunciou os casos de lesionados demitidos irregularmente pela General Motors.

Uma comissão formada por sindicalistas e trabalhadores foi recebida pelo gerente executivo do INSS, Ademir Kronemberger Junior, e pelo chefe de Serviços e Benefícios, Marco Aurélio Ferreira de Moraes.

Antes da reunião, manifestantes ocuparam a Avenida João Guilhermino e gritaram palavras de ordem como “Jornada longa, muito acidente, não quero mais ser trabalhador doente”. Ou ainda “Para a LER, eu digo não, trabalhador não quer mais exploração”.

No encontro com representantes do INSS, o secretário geral do Sindicato dos Metalúrgicos, Luiz Carlos Prates, o Mancha, apresentou denúncias sobre empresas que lesionam trabalhadores e depois os demitem, como é o caso da GM e Embraer.

“Este ato pretende dar mais visibilidade à luta dos trabalhadores contra o descaso das empresas em relação aos lesionados. A LER já se tornou uma epidemia nas fábricas, que usam os trabalhadores enquanto podem gerar lucros. Depois, o descartam como se fossem peças. O Dia Mundial de Combate à LER deve ser um dia de reflexão e de protestos de toda a classe trabalhadora”, afirma Mancha.

Também participaram da reunião representantes do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil do Ceará e da Federação Democrática dos Metalúrgicos de Minas Gerais, além de trabalhadores dos setores de alimentação e metalúrgico.

Os representantes dos trabalhadores fizeram duras críticas às perícias médicas realizadas pelo INSS e ao descaso das empresas em relação à saúde ocupacional. O trabalhador José Luiz Ribeiro Alvarenga, lesionado demitido pelo GM em novembro de 2011, mostrou toda sua indignação com relação aos peritos do INSS e ao jogo de “empurra-empurra” travado entre a GM e a Previdência.

José Luiz trabalhou durante 15 anos na montadora e foi demitido apesar de ter estabilidade garantida pelo acordo coletivo da categoria. “Agora minha luta é pela reintegração”, afirma.

 

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