Após três dias de paralisação, os metalúrgicos da Sadefem encerraram nesta sexta-feira, dia 27, a greve deflagrada em protesto contra as irregularidades trabalhistas cometidas pela empresa.
Com a mobilização, a empresa teve de ceder e negociar os atrasos do FGTS. Ficou definido que a dívida de R$ 3 milhões será dividida em 60 parcelas. Caso a empresa volte a atrasar os depósitos, pagará uma multa de 15%.
O acordo também prevê que, em caso de demissão, a empresa terá de quitar a dívida do funcionário demitido em até 30 dias. Se o acordo não for cumprido, haverá paralisação.
“A Sadefem adora descumprir acordos, mas estamos em mobilização permanente contra qualquer tentativa de dar o calote nos trabalhadores”, afirma o diretor José Carlos de Lima.


