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Em defesa da aposentadoria 14/03/2019 | 16:18

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Nesta sexta-feira, vamos à luta contra a reforma da Previdência

Em nossa região, haverá assembleias nas fábricas e um ato na Praça Afonso Pena

Chegou a hora do trabalhador ir às ruas e mostrar que não irá aceitar os ataques à aposentadoria planejados pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL). Nesta sexta-feira (22),  acontecerá o Dia Nacional de Lutas, Protestos e Paralisações contra a Reforma da Previdência.

O ato está sendo organizado pelas principais centrais sindicais do país, incluindo a CSP-Conlutas. Em nossa região, o Sindicato dos Metalúrgicos participará das atividades com assembleias nas fábricas e mobilizando os trabalhadores.

Também haverá um ato em São José dos Campos, na Praça Afonso Pena, a partir das 10h, com o objetivo de chamar população para as mobilizações contra o desmonte da Previdência. Neste sentido, a CSP-Conlutas Vale do Paraíba já começou a distribuir 40 mil panfletos que explicam os principais ataques contidos na reforma.

Empresas devem ao INSS
O governo tem usado o argumento de que existe um grande rombo na Previdência e que se a reforma não sair do papel, logo não será possível para o governo arcar com as aposentadorias.

Mas se a Previdência não está em situação mais favorável, a conta deve ser atribuída às empresas que estão aplicando o calote no governo. Juntas elas devem cerca de R$ 450 bilhões aos cofres do INSS. É injusto, portanto, que os trabalhadores sejam penalizados por uma conta que não é deles.

Governo apela para o “toma lá, dá cá”
Sem os votos necessários para aprovar a reforma da Previdência, o governo adotou a prática do “toma lá, dá cá”, bastante criticada por Bolsonaro na Campanha Eleitoral. Para aprovar a proposta, a equipe de Bolsonaro estuda repassar até R$ 5 milhões em emendas parlamentares para cada deputado e senador que apoiar a reforma. Cargos também serão negociados.

MP quer sufocar sindicatos
Como se tudo isso não bastasse, a equipe de Bolsonaro também quer inviabilizar a luta atacando diretamente os Sindicatos. A Medida Provisória 873, que entrou em vigor neste mês, muda as regras de contribuição dos trabalhadores com as entidades sindicais. Basicamente, trata-se de um ataque às finanças das organizações que lutam contra a reforma.

“O trabalhador tem que tomar esta luta para si. Não podemos abrir mão da aposentadoria. Precisamos fazer um grande ato no dia 22 para pavimentar o caminho rumo a uma nova greve geral que derrote a reforma da Previdência”, afirma o secretário geral do Sindicato, Antônio Ferreira de Barros.

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