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Lava Jato 11/09/2018 | 13:58

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Gravações comprovam que coronel amigo de Temer recebeu propina

Inquérito da PF aponta que presidente praticou corrupção e lavagem de dinheiro

A Polícia Federal revelou áudios que comprovam que o coronel João Batista Lima Filho, amigo do presidente Michel Temer (MDB), recebeu propina do grupo Odebrecht. No relatório final da investigação, a PF aponta indícios de que Temer cometeu os crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Os pagamentos teriam sido feitos em 2014, quando Temer era vice-presidente. As gravações foram entregues à PF pelo operador da Odebrech Álvaro José Novis e revelam a entrega de parte de um total de R$ 4 milhões em propina. O dinheiro teria sido pedido pelo então ministro da Secretaria de Aviação Civil, Moreira Franco (MDB), em troca da concessão do Aeroporto do Galeão.

A primeira gravação entre o coronel Lima e um funcionário de Novis foi no dia 19 de março de 2014. A data coincide com a primeira das três entregas que somaram R$ 1,4 milhão e que, de acordo com a investigação, foram destinadas a Michel Temer.

Em uma das gravações, o amigo de Temer pergunta a um dos entregadores da propina se haveria novos repasses de dinheiro. “Tem alguma previsão para mais alguma coisa ou não?”, questiona Lima. “Não, ainda não tenho informação nenhuma”, diz o interlocutor da Odebrecht.

Para a PF, os áudios reforçam a suspeita de que a Odebrecht de fato entregou dinheiro ao coronel amigo de Temer em troca de benefícios. Lima chegou a ser preso temporariamente pela PF no início do ano.

Corrupção tucana
O ex-governador do Paraná e candidato ao Senado Beto Richa (PSDB) foi preso preventivamente, na manhã desta terça-feira (11), em uma operação do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado). A operação investiga o recebimento de propina em um projeto do governo do estado para modernização de uma estrada rural.

Em outra investigação da Polícia Federal, a casa do ex-governador também foi alvo de busca e apreensão nesta terça-feira. A 53ª etapa da Lava Jato investiga o pagamento de propina no valor R$ 3,5 milhões por parte de Odebrecht a integrantes do governo tucano.

“A corrupção do MDB e do PSDB é tão descarada quanto a do PT e de outros partidos que estão no Congresso Nacional. É preciso tirar essa corja do poder”, afirma o presidente do Sindicato, Weller Gonçalves.

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