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Saúde pública 09/08/2018 | 12:35

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Argentina rejeita projeto para descriminalizar aborto

Uma delegação do Sindicato acompanhou a votação em Buenos Aires

Por 38 votos contra e 31 a favor, foi rejeitado no Senado argentino o projeto que legalizaria o aborto no país. Assim, está mantida a lei que prevê prisão de até quatro anos para mulheres que interromperem a gravidez. Uma delegação de diretoras do Sindicato esteve em Buenos Aires, onde cerca de 1,5 milhão de pessoas enfrentaram o frio e a chuva para acompanhar a votação do projeto no Senado.

A CSP-Conlutas é contra a criminalização do aborto e luta em defesa da vida das mulheres que, na falta de uma política pública de assistência, se submetem a clínicas clandestinas e métodos abortivos que podem levar à morte.

Segundo Marina Sassi, uma das diretoras do Sindicato que estiveram na Argentina, a decisão do Senado provocou lágrimas de indignação e tristeza, mas não enfraqueceu a luta. As mulheres que se manifestaram a favor da legalização do aborto continuaram gritando palavras de ordem, com a certeza de que é preciso manter a luta em defesa da vida.

“Independentemente do resultado no Senado, que se mostrou extremamente reacionário, essa luta na Argentina foi fundamental e deve influenciar o debate em toda a América Latina sobre o assunto”, disse Marina.

Mortes
Em junho, o projeto para liberar o aborto havia sido aprovado na Câmara dos Deputados, significando um avanço nas leis do país. A legislação vigente, que permite aborto apenas em caso de gravidez decorrente de estupro ou quando há riscos à vida da mulher, é de 1921.

No Brasil, todos os dias, quatro mulheres morrem nos hospitais após buscarem socorro por complicações de uma interrupção malfeita, de acordo com levantamento feito pelo Ministério da Saúde. Na Argentina, quase 50 mil mulheres sofrem complicações em consequência de interrupção da gravidez. Desse total, cerca de 50 morrem.

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