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Audiência 01/08/2018 | 14:41

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Limitações para atestado médico na GM são discutidas no MPT

Montadora está impondo obstáculos para aceitar documento

Em audiência convocada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), o Sindicato e a General Motors reuniram-se, nesta terça-feira (31), para discutir sobre as limitações que a montadora está impondo para a aceitação de atestados médicos. A empresa, como sempre, se mostrou intransigente.

A procuradora do MPT Carolina de Almeida Mesquita orientou que a GM apresente dados e documentos referentes às entregas de atestados num prazo de 15 dias e que empresa e Sindicato busquem um acordo pelos próximos 30 dias.

Os representantes da montadora sugeriram ao Sindicato que procurasse a direção da empresa para discutir o tema nas negociações da Campanha Salarial.

O desrespeito da GM aos trabalhadores, especialmente aos lesionados, está em discussão no MPT desde 2016. A montadora coloca todo tipo de obstáculo para tentar invalidar os atestados médicos.

A GM estabeleceu como prazo para apresentação de atestados o máximo de 48 horas. Além disso, o próprio trabalhador tem de levar o documento à fábrica – mesmo estando com a saúde debilitada ou morando em outra cidade. A empresa não permite que seja enviado por terceiros ou por meio digital, como foi reivindicado pelo Sindicato e sugerido pelo MPT em audiência anterior.

E tem mais: mesmo com atestados em mãos, os trabalhadores têm de passar por avaliação feita pelos médicos da própria GM. Como se não bastasse, os lesionados ainda têm de aguentar deboches feitos pelos profissionais e só podem fazer a entrega das 8h às 11h.

“Não houve avanço na audiência de hoje porque a GM continua se mostrando intransigente. Mas o assunto ainda não está encerrado. O Sindicato se mantém aberto ao diálogo e chama os trabalhadores para que se somem a esta luta. A arbitrariedade da GM atinge um grande número de funcionários, já que é alto o índice de lesionados na fábrica. Exigimos que todos esses obstáculos para aceitação de atestados médicos sejam derrubados”, afirma o diretor do Sindicato Valmir Mariano da Silva.

 

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