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8 de março 09/03/2018 | 11:46

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Protestos no mundo marcam Dia da Mulher. Espanha teve Greve Geral

Mulheres pediram igualdade de direitos e o fim do violência machista

O Dia Internacional de Luta da Mulher (8M), celebrado nesta quinta-feira (8), foi marcado por fortes manifestações em ao menos 17 países. Na Espanha, seis milhões de mulheres aderiram a uma Greve Geral para exigir igualdade de direitos e o fim da violência machista.

Lá, multidões tomaram as ruas de Madri, Pamplona, Barcelona, Sevilha, Bilbao e Valência. Com as ruas das principais cidades do país tomadas por mulheres, as manifestações feministas pelo 8M na Espanha devem entrar para a história.

“Contra o Estado machista, vamos nos levantar. Vamos todas as mulheres à Greve Geral”, cantaram em coro. A trabalhadoras espanholas ganham, em média, 23% menos que os homens. Com cartazes, elas também pediram justiça contra a violência, o feminicídio e o assédio.

Manifestação em Madrid

Também houve protestos na Itália, Alemanha, Inglaterra, França, Grécia, Bélgica e Turquia. No Oriente Médio, os protestos no Paquistão e na Arábia Saudita também pediram o fim da guerra na Síria, que vitima principalmente mulheres e crianças.

América Latina
No Brasil, o 8M teve protestos em várias capitais. Em São Paulo, a CSP-Conlutas e o Movimento Mulheres em Luta se unificaram com o ato dos professores municipais e cerca de 20 mil trabalhadoras de diversas categorias protestaram contra a violência e a proposta da reforma da Previdência. O Sindicato esteve presente com uma coluna de 60 trabalhadoras.

Protesto do 8M em São Paulo

No Rio de Janeiro, a luta contra a intervenção militar federal foi o destaque no protesto que reuniu cerca de 30 mil pessoas. Com faixas e palavras de ordem, os manifestantes repudiaram a ação do Exército, que aumenta a violência contra as mulheres da periferia.

Ao longo do dia, soldados do Exército entregaram rosas às mulheres usuárias do transporte coletivo. O gesto não foi bem recebido por parte delas, que exigiram respeito ao invés de flores.

Na Argentina, um protesto em Buenos Aires reuniu centenas de milhares de pessoas, que marcharam em frente ao Congresso pedindo a aprovação de um projeto de lei que legaliza a interrupção da gravidez, sem restrições, até a 14ª semana de gestação. Também houve manifestações na Colômbia e no Chile.

Mulheres fazem protesto em Buenos Aires

“As manifestações do 8M pelo mundo continuam fortes e provam que, a cada dia, mais mulheres se levantam contra a violência e a exploração. Precisamos continuar neste caminho para fortalecer nossa unidade na luta contra o machismo”, afirma a diretora do Sindicato Aline Bernardo dos Santos.

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