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Combustíveis mais caros 21/07/2017 | 11:19

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Temer aumenta impostos da gasolina e joga crise na conta do trabalhador

Já para os empresários, não para de jorrar benefícios vindos do governo

O aumento de impostos que incidem sobre os combustíveis vai ter um forte impacto no bolso da população. Mas enquanto empurra mais essa conta para o povo pagar, o governo Michel Temer (PMDB) mantém benefícios bilionários às grandes empresas do país.

Temer simplesmente dobrou a alíquota do PIS e Confins que incidem sobre a gasolina, álcool e diesel. A partir desta sexta-feira (21), o litro da gasolina terá um reajuste de até R$ 0,41 na bomba. Para o diesel, a alta será de R$ 0,22 por litro e para o etanol, R$ 0,20 por litro.

O aumento terá impacto direto na inflação, com efeito cascata nos preços em geral, como dos alimentos, transportes e serviços. Apesar de mais essa carga para o trabalhador carregar nas costas, o presidente Temer teve a cara de pau de afirmar que “a população brasileira vai compreender” o aumento de impostos.

Temer ainda anunciou um novo corte de R$ 5,9 bilhões do Orçamento deste ano, o que coloca em risco a já combalida prestação de serviços públicos essenciais.

Benefícios aos empresários
Mas se por um lado os trabalhadores são penalizados, por outro os empresários continuam com privilégios. Deputados e senadores planejam adiar para 2018 o fim da desoneração da folha de pagamento. Com o adiamento, R$ 2 bilhões deixarão de entrar nos cofres públicos.

E não é só: o Refis (Programa Especial de Regularização Tributária), também em discussão no Congresso Nacional, prevê o perdão de dívidas bilionárias de empresas com a União. Dos R$ 13,3 bilhões em dívidas que seriam inicialmente cobrados dos patrões, apenas R$ 420 milhões entrarão nos cofres públicos se a medida for aprovada.

Preste atenção nesses números: o aumento de impostos vai gerar R$ 10 bilhões a mais na arrecadação. Já a anistia das dívidas vai levar a uma perda de R$ 13 bilhões. Ou seja, o governo vai tirar do povo para dar aos empresários.

“Dia após dia, a população mais pobre é sacrificada. O aumento de impostos e o corte no Orçamento são inaceitáveis e confirmam o quanto Temer age de costas para a classe trabalhadora. Portanto, reafirmamos nossa bandeira: fora Temer, fora todos os corruptos”, afirma a diretora do Sindicato Isabel Cristina Orioli.

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