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Resistência 15/07/2017 | 11:36

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12º Congresso começa com chamado à luta contra as reformas

Abertura do evento aconteceu nesta sexta-feira (14), na Subsede da Zona Sul

O 12º Congresso dos Metalúrgicos foi aberto oficialmente nesta sexta-feira (14) com um chamado à categoria para resistir à aplicação da reformas que retiram direitos e fortalecer a luta contra o governo corrupto de Michel Temer e o Congresso Nacional.

Com o tema “Organizar para derrotar as reformas trabalhista e da Previdência”, o Congresso continua nestes dias 15 e 16, na Colônia de Férias do Sindicato, em Caraguatatuba. O evento acontece a menos de uma semana da sanção da reforma trabalhista por Temer.

No momento em que os trabalhadores brasileiros estão enfrentando os ataques do governo com Greve Geral e grandes mobilizações pelo país, o Congresso dos Metalúrgicos cumpre um papel de buscar reforçar a unidade da classe trabalhadora contra a retirada de direitos.

O presidente do Sindicato, Antônio Ferreira de Barros, o Macapá, abriu o evento lembrando toda transformação ocorrida no país, com a queda do governo do PT após anos de traição aos trabalhadores, e as importantes demonstrações de força dadas pela classe com as lutas de março, a Greve Geral do dia 28 de abril, a Marcha à Brasília e as paralisações do dia 30 de junho.

“Neste processo de luta, a CSP-Conlutas, o Sindicato e, sobretudo, os metalúrgicos, sempre foram vanguarda. Não será diferente agora, na resistência à aplicação da reforma trabalhista pelos patrões”, afirmou Macapá.

Para Luiz Carlos Prates, o Mancha, membro da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas, este grande processo de resistência só foi possível graças à unidade das centrais sindicais. “A CSP-Conlutas sempre se esforçou para concretizar esta unidade, apesar das diferenças políticas entre as centrais. E esta união foi essencial para destravar e dar confiança à classe”, afirmou.

Mas apesar da grande disposição de luta da classe, é necessário fazer um balanço da atuação das centrais sindicais neste processo. “A aprovação da reforma só foi possível graças à traição de algumas centrais sindicais, que preferiram negociar com os corruptos a manutenção do imposto sindical em um momento decisivo da luta para barrar a reforma. Este balanço recai sobre a Força Sindical, a UGT e até mesmo a CUT, que agora quer canalizar a luta para a eleição de Lula em 2018”, avaliou Mancha.

Para Mancha, o 12º Congresso precisa fortalecer a organização dos trabalhadores em nossa região. “Os trabalhadores vão precisar ainda mais do Sindicato. Por isso, teremos que aumentar ainda mais a organização sindical, fortalecer as campanhas salariais, nossos instrumentos de luta e, sobretudo, a CSP-Conlutas. Mais uma vez os metalúrgicos são chamados a cumprir um papel de vanguarda no movimento dos trabalhadores brasileiros. E isso este congresso tem condições de fazer”, afirmou.

Diversas entidades presentes saudaram o 12º Congresso, como os Sindicatos dos Químicos de São José dos Campos e Região, da Alimentação, dos Metalúrgicos do ABC, Federação dos Metalúrgicos de Minas Gerais, estudantes da Anel, além das organizações PSTU, PSOL e MAIS.

Cerimônia foi encerrada com os trabalhadores cantando a Internacional Socialista.

Fotos: Tanda Melo

 

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