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Greve Geral 03/07/2017 | 15:54

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Trabalhadores foram à luta em todo país, apesar do recuo de centrais

Mobilizações demonstraram disposição de luta contra as reformas e o governo Temer

Com greves, paralisações e protestos em todo país, trabalhadores de diversas categorias se mobilizaram na segunda Greve Geral contra Temer e suas reformas, nesta sexta-feira (30), apesar do recuo de algumas centrais sindicais. A mobilização mostrou que é grande a insatisfação com o governo e que, com luta, é possível derrotar a retirada de direitos.

Foram registrados protestos em todos os estados e no Distrito Federal, com piquetes, manifestações em locais públicos e bloqueios de estradas e rodovias. De norte a sul do Brasil, diversas categorias foram à luta, como metalúrgicos, petroleiros, bancários, servidores públicos, trabalhadores da construção civil, dos Correios etc.

Apesar da disposição de luta demonstrada pelos trabalhadores, é importante destacar que a greve poderia ter sido maior e mais forte, não fosse pelo recuo de algumas centrais sindicais.

Em importantes cidades como São José dos Campos, Porto Alegre, Fortaleza e Recife, por exemplo, a greve foi forte, com a paralisações nas fábricas, canteiros de obras e transporte público.

Em Brasília, Goiânia, Salvador, Belém e Recife, a circulação dos ônibus parou totalmente. Em Belo Horizonte e no Distrito Federal, o metrô parou 100%. Já em Porto Alegre, o governo recorreu ao aparato policial para colocar os ônibus nas ruas.

“A greve demonstrou que há sim disposição de luta na classe trabalhadora contra as reformas. Por isso, consideramos um grave erro a atitude da Força Sindical, UGT e da própria CUT em tirarem o pé do acelerador na reta final da convocação. Em algumas cidades, as direções chegaram a afirmar que não se tratava de uma Greve Geral, uma iniciativa clara de desmobilização”, avalia Luiz Carlos Prates, o Mancha, da Executiva Nacional da CSP-Conlutas.

“A CSP-Conlutas colocou todos os seus esforços a favor da construção da greve e reafirma que este continua sendo o caminho para derrotar os ataques do governo. Repudiamos a iniciativa das centrais em buscar negociar as reformas com Temer e esse Congresso de corruptos. É preciso derrotar as reformas por completo”, completa Mancha.

Os trabalhadores também enfrentaram a forte repressão da Polícia Militar, que a serviço dos empresários agiu com truculência para tentar impedir paralisações e reprimir manifestações. Somente em São José dos Campos, 22 manifestantes foram detidos.

A disposição de luta demonstrada no dia 30 deu o recado para o governo e para as centrais sindicais. É preciso manter a unidade e a mobilização para derrotar por completo esse governo corrupto e o ataque aos direitos.

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