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Nota do Sindicato 03/05/2017 | 13:10

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Lutar pela estabilidade no emprego é defender os trabalhadores da GM

Nota do Sindicato em reposta ao abaixo-assinado do Gedesp

O Gedesp (Grupo de Estudos de Desenvolvimento Econômico, Social e Político), em conjunto com entidades empresariais de São José dos Campos como a Ciesp e a Fiesp, vem difundindo, desde sábado (29), um abaixo-assinado para pressionar o Sindicato dos Metalúrgicos a aceitar a abertura de layoff na General Motors, o que pode levar à demissão de milhares de trabalhadores da região.

Se estivessem de fato preocupados em defender os trabalhadores, essas entidades e o poder público uniriam-se ao Sindicato na luta por estabilidade no emprego, única medida capaz de garantir os postos de trabalho na montadora.

A pressão começou um dia depois da Greve Geral que parou todo o país, com muita força no Vale do Paraíba. É importante ressaltar que esse mesmo segmento da sociedade, o empresariado, impulsiona junto ao governo federal as reformas trabalhista e da Previdência e a terceirização, que visam precarizar o trabalho e retirar direitos.

O abaixo-assinado é parte do jogo sujo da GM para atacar os direitos dos funcionários. É vergonhoso que empresas, prefeitura e vereadores apoiem este tipo de ataque aos trabalhadores.

Estas mesmas entidades empresariais, que se dizem preocupadas com os empregos na montadora, calaram-se diante do escandaloso processo de desnacionalização da Embraer que levou ao fechamento de centenas de postos de trabalho na região.

Ao invés de pressionar o Sindicato, esses empresários, Prefeitura e vereadores deveriam cobrar da GM o cumprimento do acordo que previa o investimento de R$ 2,5 bilhões na planta local e a criação de novos empregos.

Não existe motivo para layoff na GM. A montadora lidera o ranking nacional de vendas da picaque S10, produzida em São José dos Campos, onde teve faturamento de R$ 7 bilhões no ano passado. A montadora também apresentou crescimento mundial dos lucros no último período.

Como medida alternativa, o Sindicato propõe à empresa a redução da jornada de trabalho, sem redução de salários, licença remunerada, abertura de PDV e efetivação dos temporários.

O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos (filiado à CSP-Conlutas) está cumprindo seu papel de defender os interesses dos trabalhadores. Seguiremos mobilizando os metalúrgicos da GM pela garantia de estabilidade no emprego.

Quem defende os trabalhadores da GM apoia esta luta.

Antônio Ferreira de Barros,
Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região

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