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Câmara 26/04/2017 | 11:12

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A dois dias da Greve Geral, reforma trabalhista será votada nesta quarta

Sob pressão, governo prepara manobrar para aprovar medida que retira direitos

A proposta de reforma trabalhista do governo está prevista para ser votada no plenário da Câmara Federal nesta quarta-feira (26). O governo está jogando pesado para aprovar o projeto que retira direitos, o que dá aos trabalhadores mais um motivo para parar tudo na Greve Geral desta sexta-feira (28).

Com um placar de 27 votos a favor e 10 contra, o relatório da reforma, de autoria do deputado Rogério Marinho (PSDB), foi aprovado na comissão especial da Câmara que avalia o projeto, nesta terça-feira (25).

Desesperado para aprovar a reforma, o governo de Michel Temer (PMDB) já prepara novas manobras, como a exoneração de ministros por um dia, para que voltem à Câmara apenas para votar a reforma.

Os ministros da Educação, Mendonça Filho, das Cidades, Bruno Araújo e de Minas e Energia, Fernando Bezerra Filho, foram liberados de suas funções nos ministérios nesta quarta-feira. Os três eram deputados antes de se tornarem ministros.

Na Câmara, a proposta precisa de aprovação da maioria simples para seguir para o Senado.

CLT ameaçada
Além de permitir que os direitos hoje assegurados pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) sejam negociados entre empresas e trabalhadores, a reforma possibilita o fracionamento das férias, redução do horário de almoço, aumento da jornada de trabalho e redução de salários.

Com a pressão da greve, o governo retirou do texto da reforma a proposta de criação do trabalho intermitente, que é aquele em que o trabalhador recebe apenas pelas horas trabalhadas, mas apenas para categorias regidas por leis específicas, como pilotos de vôo e comissários de bordo. A proposta, no entanto, segue para os demais trabalhadores.

“A Greve Geral já movimenta trabalhadores de todo país e não para de crescer. O governo está sentindo a pressão. Nossa luta é para barrar as reformas trabalhista e da Previdência e a terceirização. Nesta sexta-feira, não saia de casa como forma de protesto contra a retirada de direitos”, afirma o secretário-geral do Sindicato, Renato Almeida.

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