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Rumo à greve geral 10/03/2017 | 15:35

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Dia 15, trabalhadores vão à luta contra reformas de Temer

Diversas categorias já definiram as estratégias para o Dia Nacional de Paralisações e Mobilizações

Trabalhadores de todo Brasil vão às ruas nesta quarta-feira (15) lutar contra as reformas trabalhista e da Previdência propostas pelo governo de Michel Temer (PMDB). Para o Dia Nacional de Paralisações e Mobilizações, diversas categorias já definiram as estratégias de luta. 

Na região, o Sindicato vai realizar assembleias nas fábricas alertando o trabalhador sobre o retrocesso que as reformas podem fazer nas leis trabalhistas. É hora de parar as máquinas para exigir que os deputados respeitem a vontade do povo e votem contra os projetos arquitetados por Temer.

Às 10h, trabalhadores de diversas categorias realizam um ato na Praça Afonso Pena.

“É fundamental a participação de todos os metalúrgicos. Unidos e mobilizados teremos força para barrar a retirada de direitos. A aprovação dessa proposta significa o fim da aposentadoria, ninguém mais vai conseguir ter acesso à Previdência. Teremos que trabalhar até morrer. Além das mudanças nas regras da Previdência, ainda teremos de barrar a reforma trabalhista. Querem tirar os direitos dos trabalhadores para garantir o lucro dos empresários e banqueiros”, afirma o presidente do Sindicato, Antônio Ferreira de Barros, o Macapá.

Mobilização Nacional


A paralisação nacional vai ter a adesão de diversas categorias. Os professores da rede pública de ensino entrarão em greve a partir do dia 15 em vários estados. Em São Paulo, o transporte público também vai parar. Os ônibus vão ficar estacionados nas garagens e os metrôs nas estações. Motoristas e cobradores de Curitiba e região metropolitana também decidiram cruzar os braços.

Os bancários, funcionários do Correios, das indústrias químicas, eletricitários, segurança, entre outras categorias assumiram o compromisso de ir à luta. No Mato Grosso, os servidores da Saúde do Estado também devem parar.

Greve Geral

O ato do dia 15 faz parte de uma agenda unitária de lutas contra as reformas trabalhista e da Previdência que reúne todas as centrais sindicais do País, inclusive a CSP-Conlutas. Essa unificação da classe trabalhadora representa um importante passo na construção de uma Greve Geral.

“A resposta tem de ser contundente. Para derrotar essa reforma, é preciso colocar todos os trabalhadores nas ruas lutando pela manutenção de seus direitos e por novas conquistas”, disse o secretário-geral da CSP-Conlutas, Luiz Carlos Prates, o Mancha.

Manobra

O presidente Michel Temer está recorrendo a todo tipo de manobra para garantir a aprovação das reformas trabalhista e da Previdência. Em reunião com deputados na última semana, Temer acertou a votação das reformas na Câmara já para o mês de abril. Ele inverteu a ordem de prioridades do governo, colocando a reforma trabalhista em primeiro lugar, devendo ir para votação na primeira quinzena do próximo mês.

A inversão da ordem não é para menos. A proposta de reforma da Previdência gerou grande debate e indignação entre os trabalhadores. O medo do governo é que o mesmo aconteça com a proposta de mudança na lei trabalhista, caso haja tempo para debate.

Paralelo a isso, o governo também está apressando a votação do projeto de lei da terceirização, outro grave ataque aos direitos. Não dá para confiar nesse governo. A hora da mobilização é agora!

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