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Mobilizações 08/03/2017 | 16:31

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CSP-Conlutas defende união contra a reforma da Previdência durante reunião em Brasília

A CSP-Conlutas participou, nesta terça-feira (7), em Brasília, da reunião da Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Direitos da Classe Trabalhadora para discutir as reformas trabalhista e previdenciária e a terceirização do trabalho.

O encontro foi organizado pelo Fórum em Defesa dos Direitos dos Trabalhadores Ameaçados pela Terceirização e o Fórum Interinstitucional em Defesa do Direito ao Trabalho e Previdência Social (FIDS).

As entidades definiram estratégias de mobilização contra as reformas apresentadas pelo presidente Michel Temer (PMDB). Os projetos, que representam um atentado aos direitos da classe trabalhadora, estão com votação iminente no Congresso. Tudo para atender a pressão do governo para urgência na aprovação.

“Não vamos permitir que destruam a Previdência e prejudiquem ainda mais o trabalhador. O momento é de unir forças e de nos mobilizarmos de todas as formas para barrar essas medidas extremamente nocivas ao País”, afirmou Luiz Carlos Prates, o Mancha, dirigente da CSP-Conlutas que participou da reunião em Brasília.

No próximo dia 15 de março, quarta-feira, a CSP-Conlutas estará presente, ao lado de trabalhadores de todo país, no Dia Nacional de Paralisações e Mobilizações contra as Reformas Trabalhista e da Previdência, convocado por todas as centrais sindicais.

“Temos que fazer um grande movimento exigindo que não mexam no direito dos trabalhadores. Pressionar os senadores e deputados para rejeitarem a proposta de mudança”, disse Mancha.

Audiência Pública

Após a reunião da Frente Parlamentar Mista, houve uma audiência pública para tratar de determinados pontos da reforma da Previdência. Apenas seis centrais sindicais participaram do evento.

“Foi uma audiência antidemocrática, onde foi vetada a participação do público, com o fechamento das galerias, justamente em uma discussão tão importante”, destacou Mancha.

O dirigente criticou ainda a participação de algumas centrais sindicais, como a Força Sindical, que chega ao absurdo de sugerir emendas ao projeto de Temer. “Chegam a defender que existem aspectos positivos e a necessidade de fazer emendas ao projeto. Para nós, esse projeto é totalmente prejudicial à classe. Ele precisa ser rejeitado totalmente. As centrais que defendem essa negociação não podem falar em nome dos trabalhadores e de seus sindicatos”, finalizou.

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