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Em 2017 16/01/2017 | 14:13

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Brasil terá um a cada três novos desempregados no mundo

Para barrar as demissões, será preciso mobilização em defesa do emprego

Um dado alarmante: em 2017, o Brasil terá o maior aumento do desemprego entre as economias do G-20 (grupo que reúne os 19 países mais ricos do mundo mais a União Europeia), com 1,4 milhão de novos trabalhadores demitidos.

A OIT (Organização Internacional do Trabalho) fez um alerta de que o desemprego no País continuará crescendo e atingirá 13,8 milhões de brasileiros até o ano que vem. O anúncio foi publicado na quinta-feira (12).

Ainda segundo a organização, entre 2016 e 2017 o exército de desempregados em todo o mundo aumentará em 3,4 milhões. O epicentro da crise, no entanto, será o Brasil, que responderá por 35% desse total. Ou seja, de cada três novas demissões no mundo, uma será no Brasil.

Proteção ao emprego
Essa realidade vai representar uma tragédia social, pois levará ao aumento do mercado informal de trabalho, à precarização dos empregos, ao aumento da pobreza e à desestruturação familiar.

“Precisamos nos mobilizar para exigir do governo um plano que barre o desemprego, com redução da jornada sem redução de salários, investimentos em obras públicas que gerem empregos e estatização das empresas que demitem em massa”, afirma Luiz Carlos Prates, o Mancha, membro da Executiva Nacional da CSP-Conlutas.

Mas só isso não basta. Para o dirigente sindical, é preciso dar apoio para que os trabalhadores se recoloquem no mercado.
Mancha também defende o fim das restrições do seguro-desemprego impostas pelo governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e, emergencialmente, aumentar o benefício para 24 meses, como forma de amenizar a situação dos desempregados.

Greve Geral
“O crescimento do desemprego prova que essa política do governo Temer de cortar investimentos públicos e fazer reformas que retiram direitos, assim como fez Dilma, só vai beneficiar os empresários e banqueiros. Chamamos as centrais sindicais para unificar toda classe em uma grande Greve Geral. Não podemos mais assistir ao governo afundar o País, jogando a crise na conta dos trabalhadores”, finaliza Mancha.

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