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Reforma da Previdência 27/06/2016 | 09:46

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Governo Temer quer permitir aposentadoria só aos 70 anos

Regra, prevista na reforma preparada pelo governo, seria aplicada daqui a 20 anos

O governo interino de Michel Temer (PMDB) quer que a idade mínima para a futura geração se aposentar chegue aos 70 anos. A proposta, segundo uma fonte do governo que está participando das discussões, é estabelecer no projeto que será enviado ao Congresso duas faixas: a primeira, de 65 anos; e a segunda, de 70 anos, para ser aplicada daqui a 20 anos.

As informações são do jornal O Globo.

O principal objetivo da reforma da Previdência de Temer, assim como pretendia a presidente afastada, Dilma Rousseff (PT), é aumentar a idade de aposentadoria dos trabalhadores brasileiros.

Além disso, o Palácio do Planalto quer acabar com a diferença entre as aposentadorias de trabalhadores e trabalhadoras. Atualmente, apesar do ataque representado pelo fator previdenciário, não existe idade mínima para conseguir o benefício por tempo de contribuição, que é de 35 anos para os homens e de 30 anos para as mulheres.

Nesta terça-feira (28), o governo Temer deve ser reunir com as centrais Força Sindical, UGT (União Geral dos Trabalhadores) e CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros), que já demonstraram não querer impor dificuldades à aprovação das mudanças de regras na Previdência. A principal exigência que fazem é a adoção de uma "regra de transição", que pouparia quem está prestes a se aposentar.

A CUT, embora não discuta a reforma com a equipe de Temer, participou do fórum criado pelo governo Dilma, no início do ano, para debater o tema.

A CSP-Conlutas, central ao qual o Sindicato é filiado, não participa de nenhum fórum para negociar a reforma previdenciária. Esses órgãos só servem para legitimar os ataques contra os direitos dos trabalhadores.

Mobilização
Aos trabalhadores não resta outra alternativa: é preciso ir à luta contra a reforma da Previdência e o governo Temer.

"As centrais sindicais precisam romper com o governo para, juntos, construírmos uma greve geral que paralise este país contra as reformas que retiram direitos, contra a redução dos investimentos sociais e que exija a saída de Temer, Dilma e esse Congresso dominado por corruptos e gente que quer nos atacar", disse o vice-presidente do Sindicato, Herbert Claros da Silva.

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