Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região

Voltar para Página Inicial

Imprensa / Últimas Notícias

Cobertura 18/09/2015 | 21:35

  • Aumentar Fonte
  • Diminuir Fonte
  • RSS
  • Imprimir
  • Enviar por e-mail

Veja tudo que rolou durante a Marcha dos Trabalhadores na Avenida Paulista

Caravana de São José dos Campos também protestou em frente à Fiesp

Trabalhadores, estudantes e ativistas de movimentos sociais ocuparam, nesta sexta-feira (18), a região da Avenida Paulista, principal corredor financeiro do país. Foram cerca de 15 mil pessoas que se uniram para protestar contra o governo Dilma, o ajuste fiscal e os partidos que fazem oposição de direita, especialmente PMDB e PSDB. Veja a seguir como foi a Marcha Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadores.

16h: Boneco da presidente Dilma, levado pela caravana de São José dos Campos,  na concentração da Marcha.

 

16h15: Metalúrgicos de São José dos Campos protestam em frente à Fiesp: Oh Fiesp, preste atenção, sou operário e luto contra demissão! O dirigente da CSP- Conlutas Luiz Carlos Prates, o Mancha,  afirma que empresários receberam milhões dos governos Dilma e Alckmin durante anos e enviaram para o exterior em forma de lucros.  Agora querem cobrar do trabalhador com demissões e corte de direitos. 
 
 
16h30: Manifestantes de São José dos Campos encerram protesto em frente à Fiesp e seguem para a concentração da Marcha, em frente ao Masp.
 
17h: Neste momento, trabalhadores de delegações de vários estados do país estão concentrados em no MASP. Dentro de instantes haverá uma passeata.
O ato é nacional e conta com delegações de São Paulo, Ceará, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, entre outros. São trabalhadores sem terra, sem teto, movimento estudantil, de mulheres, todos juntos contra o governo, os patrões e a oposição de direita.
 

17h05: Valdenice Veron, da tribo guarani kaoiwa, falou sobre a violência do agronegócio contra os indigenas. "Estamos demarcando nossa terra com nosso sangue. Meus pais e irmãos foram mortos pelo agronegócio."

 

17h35: Manifestantes dão o tom à Marcha: "Esse país tá muito mal, a solução é construir greve geral"


18h: Bonecões representando o senador Aécio Neves (PSDB) e a presidente Dilma (PT) durante a Marcha.

18h15: Começa a passeata, seguindo em direção à Consolação.

18h25: Já são cerca de 10 mil pessoas. Chega de Dilma, chega de Aécio, chega de Cunha e desse Congresso.

18h35: Marcha para em frente ao Banco do Brasil, onde existe um escritório da Presidência da República. Os manifestantes dão o recado: "Dívida pública não pago não, quero dinheiro pra saúde e educação.  Paulo Barela, da CSP-Conlutas, fala em nome de todos os servidores públicos em greve. "A política de arrocho fiscal e atraso do nosso reajuste salarial não é apenas uma política do PT, mas também do PSDB".


18h40: Movimento Mulheres em Luta também leva suas bandeiras para a Marcha.



18h42: Manifestantes entram na Rua da Consolação.

19h: Josias, membro da Admap/Cobap, fala aos manifestantes: "Esta é a verdadeira Marcha dos Trabalhadores, não aquela do dia 20 nem a do dia 16. O Brasil é governado por uma quadrilha que está massacrando os aposentados e trabalhadores. Por isso, precisamos construir nossa alternativa". 

Até o momento, 36 entidades nacionais e internacionais já falaram no carro de som em protesto contra os ataques do governo,  dentre elas representantes de petroleiros, professores, judiciário, sem teto, estudantes da Anel, movimento indígena, aposentados, construção civil, além do deputado do PSOL Carlos Giannazi.

19h10: Estudantes da Anel usam sinalizadores e lutam junto com trabalhadores: "Trabalhador, tô do seu lado, meu futuro não será terceirizado"


19h50: Marcha chega à Praça da República. Mancha, dirigente da CSP-Conlutas, reforça a importância da manifestação: "Esta Marcha, que reúne milhares de trabalhadores de norte a sul do país, já é uma grande vitória, mas è só o começo. Com várias greves se espalhanhando pelo país, começamos agora a construir uma alternativa política ao governo e à oposição de direita. Não acreditamos no PT nem na ladainha do PMDB e PSDB. Nas ruas, vamos derrubar o governo e construir nossa alternativa".

20h: Organizadores divulgam número de manifestantes: 15 mil pessoas participaram da Marcha. O aparato policial do estado acompanhou a manifestação, mas ninguém se intimidou. Trabalhadores, estudantes e representantes de movimentos sociais fizeram um grande ato contra o governo Dilma e a oposição de direita representada, principalmente, pelo PSDB e PMDB.

 20h30: O presidente nacional do PSTU, Zé Maria de Almeida, faz duras críticas ao PT, PMDB e PSDB: "O PT ataca impiedosamente os direitos e condições dos trabalhadores para pagar os banqueiros e garantir os lucros dos empresários. O PMDB e o PSDB aplaudem, mas pedem o impeachment de Dilma. Eles querem governar para fazer o mesmo. Não queremos colocar o impeachment nas mãos desse Congresso corrupto. Nossa alternativa é tomar as ruas para derrubar o governo e seu ajuste fiscal. Dizendo não à Dilma, ao PT,. PMDB e PSDB. Chamamos a CUT, MST e outras organizações a viremjunto conosco neste processo.

21h15- Termina a Marcha dos Trabalhadores, com a Praça da República tomada por manifestantes.  Mas a luta contra os ataques feitos pelo governo, patrões e Congresso Nacional continua com toda força.

 

 

 

 

 

 

 

 

Conteúdo Relacionado

Veja mais Notícias



Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, Jacareí, Caçapava, Santa Branca e Igaratá
Sede: Rua Coronel Moraes, 143, Jardim Matarazzo, São José dos Campos - SP | Telefone: (12) 3946.5333 | Fax: (12) 3922.4775.
© 2019 Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região - Todos os direitos reservados | Desenvolvimento Web: ClickNow®