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Em defesa do emprego 09/08/2015 | 11:42

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No Dia dos Pais, demitidos da GM lotam salão do Sindicato

Metalúrgicos aprovam luta pela reversão das demissões, estabilidade no emprego e abertura de negociação

Em pleno domingo do Dia dos Pais, cerca de 250 pessoas lotaram o salão do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região, filiado à CSP-Conlutas, para a assembleia que reuniu parte dos trabalhadores demitidos pela General Motors. O clima era de indignação e revolta.

Os metalúrgicos aprovaram o início de uma forte mobilização pela reversão das demissões, estabilidade no emprego e abertura de negociação entre Sindicato e GM. Todos decidiram participar da assembleia programada para esta segunda-feira, dia 10, na porta da fábrica, a partir das 5h30. Os trabalhadores foram orientados pelo Sindicato a não comparecerem ao exame demissional convocado pela GM e a desconsiderarem o telegrama de demissão.

No último sábado, dia 8, trabalhadores da montadora receberam telegramas em suas casas, com o aviso de que estavam demitidos. Até agora, a empresa não informou quantos foram demitidos e de quais setores. Na assembleia, a maioria dos presentes era da linha de produção do veículo S10 e da fábrica de motores Powertrain.

“Queremos que cada um seja parte dessa luta em defesa do emprego. Se houver luta, nós teremos todas as condições de vencer esta batalha. Este é um momento decisivo de nossas vidas e da vida do país”, afirmou o presidente do Sindicato, Antônio Ferreira de Barros, o Macapá.

As demissões aconteceram na mesma semana em que a GM afirmou para o presidente do Sindicato de que não haveria “surpresas” na volta dos trabalhadores que estavam em lay-off. O retorno acontece nesta segunda-feira. A princípio, esse grupo de 750 operários não deve estar incluído nas demissões, já que têm estabilidade de emprego garantida pelo acordo assinado em março entre montadora e Sindicato.

“Foi um ato de covardia da GM. Agora só existe uma saída: a mobilização dos trabalhadores e partir para uma forte movimentação política, exigindo dos governos federal e estadual, a intervenção para a reversão das demissões e a estabilidade no emprego para todos os trabalhadores”, disse o dirigente da CSP-Conlutas, Luiz Carlos Prates, o Mancha.

Fotos: Nilton Cardin

 

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