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Contra ataques do governo 21/05/2015 | 11:08

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Metalúrgicos da GM decidem aderir ao Dia Nacional de Paralisação

Decisão foi aprovada em assembleia, que também exige abertura de negociação sobre PLR

Os metalúrgicos da General Motors em São José dos Campos decidiram, em assembleia, nesta quinta-feira, dia 21, aderir ao Dia Nacional de Paralisação, programado para 29 de maio. Na mesma assembleia, os trabalhadores exigiram a abertura das negociações sobre a PLR (Participação nos Lucros e Resultados) com a montadora e atrasaram a produção em uma hora e meia.

No Dia Nacional de Paralisação, trabalhadores de todo o país irão parar em protesto contra o projeto de lei da terceirização (PL 4330), as medidas provisórias 664 e 665 e o ajuste fiscal do governo Dilma. As manifestações estão sendo convocadas pelas centrais sindicais CSP-Conlutas, CUT, UGT, CGTB, Intersindical – CCT, Intersindical, CTB e Nova Central .

O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos vem realizando assembleias em diversas fábricas da região. Na quarta-feira, foi a vez dos trabalhadores da Embraer, que também aprovaram a participação no dia 29.

“No dia 29, os metalúrgicos vão dar início à construção de uma Greve Geral contra todos os ataques que o governo Dilma e o Congresso Nacional têm realizado à classe trabalhadora. Pretendemos parar o maior número possível de trabalhadores, de diversas categorias, para colocar o governo Dilma contra a parede e mostrar que o Vale do Paraíba não aceita o ajuste fiscal e a retirada de direitos”, afirma o presidente do Sindicato, Antônio Ferreira de Barros, o Macapá.

PLR
Embora o Sindicato tenha protocolado no início de abril o pedido de abertura de negociação sobre PLR com a General Motors, até agora a empresa não agendou nenhuma reunião. Tradicionalmente, a primeira parcela da PLR na montadora é paga em maio, após uma série de negociações.

Os trabalhadores reivindicam abertura de negociação imediata, antecipação da primeira parcela, com valor maior que a do ano passado, e fim das metas. Em 2014, a primeira parcela da PLR foi de R$ 9,5 mil.

“A GM está muito atrasada. Há semanas a empresa vem enrolando para marcar a primeira rodada de negociação. Se continuar assim, as máquinas vão parar”, conclui Macapá.

Os metalúrgicos da GM também votaram pela proibição de hora extra enquanto houver trabalhadores em lay-off e todo apoio à greve dos metalúrgicos da Volvo, em Curitiba. Atualmente, há 798 funcionários da GM de São José dos Campos em lay-off.

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