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Criminalização das lutas 30/04/2015 | 12:32

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Repressão policial contra professores do Paraná choca o país

Truculência deixou mais de 200 feridos em ato contra alteração em previdência estadual

Nesta quarta-feira, dia 29, a Praça dos Três Poderes, em Curitiba, foi palco de um massacre contra os professores paranaenses em greve. A absurda repressão da polícia comandada pelo governador Beto Richa (PSDB) chocou o país e é assunto de grande repercussão nas redes sociais.

Foram mais de 200 feridos com balas de borracha, bombas de gás e estilhaços, canhões sonoros e de água e até mesmo ataques de cães da PM.

Os professores, que retomaram a greve no sábado, dia 25, protestavam contra aprovação de um projeto de lei que ataca a aposentadoria de mais de 33 mil pessoas com mais de 73 anos.

Por determinação da Justiça, a pedido do governador tucano, os professores foram proibidos de acompanhar a votação do projeto de lei que muda o custeio do Fundo de Previdência do Estado.

Histórico
Em fevereiro, Richa havia encaminhado à Assembleia Legislativa um pacote de medidas, inclusive o da Paraná Previdência, mas foi obrigado a recuar após a manifestação de mais de 50 mil servidores pelas ruas da capital do estado.

No dia da votação, o prédio da Assembleia foi ocupado por mais de 1,5 mil manifestantes. Diante da mobilização, o governador recuou e retirou o projeto da pauta de discussão.

Repressão e covardia
Para colocar novamente o projeto em votação, Richa determinou um cerco ao prédio da Assembleia Legislativa. Mais de 2 mil policiais estão no local desde a segunda-feira, dia 27.

Enquanto os deputados votavam mais uma medida do plano de ajuste fiscal contra os trabalhadores, a manifestação que contava com mais de 20 mil pessoas era duramente reprimida pela Polícia Militar.

De forma covarde e brutal, a polícia deixou centenas de professores e servidores feridos.

“Em nome de todos os metalúrgicos de São José dos Campos e região, queremos manifestar o nosso mais profundo repúdio à ação covarde comandada pela governo Beto Richa contra os professores paranaenses em luta", afirmou o vice-presidente do Sindicato, Herbert Claros.

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