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Pressão sobre patrões e governos 05/06/2014 | 13:18

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Às vésperas da Copa, greves estouram país afora

Nesta quinta-feira, dia 5, foi a vez dos trabalhadores do Metrô e da CET pararem as atividades

A uma semana do início da Copa do Mundo, mais trabalhadores entram em greve país afora, pressionando governos e patrões por melhores salários e direitos. Nesta quinta-feira, dia 5, foi a vez dos metroviários e trabalhadores da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), os marronzinhos, pararem as atividades na capital paulista reivindicando aumento salarial.

Os trabalhadores do Metrô decidiram pela greve após várias negociações com a empresa, buscando inclusive negociação direta com o governo do estado. Os metroviários pedem reajuste salarial de 35,9%, mas companhia ofereceu apenas 8,7%.

A assembleia aprovou a paralisação por unanimidade após o presidente do sindicato da categoria, Altino Prazeres, chamar a unidade de todos. “Agora somos um só corpo e não vai ser o governo estadual, a Polícia Militar nem o Exército que vai nos quebrar. Vamos juntos, até o fim”, disse Altino.

Já os marronzinhos realizam a primeira greve em 10 anos. Eles recusaram a proposta de reajuste de 8% feita pelo governo Fernando Haddad (PT) e reivindicam aumento real de 12,9%.

Greves na educação
Após 42 dias em greve, os professores municipais de São Paulo conquistaram a reivindicada incorporação do bônus de 15,38% aos salários. Com isso, o piso da categoria passará de R$ 2.600 para R$ 3 mil no próximo ano, para jornada de 40h.

Nas universidades públicas paulistas (USP, Unesp e Unicamp), continua a greve de professores e servidores iniciada no dia 27 de maio. A paralisação é contra a decisão do governo de congelar o salário dos servidores e por mais verbas para as universidades.

No Rio de Janeiro, os professores estaduais e municipais também seguem mobilizados e mantêm a greve iniciada no dia 12 de maio.

Rodoviários parados
Após a greve dos rodoviários do Rio de Janeiro e de São Paulo, a mobilização agora atinge a categoria em São Luis (MA), Fortaleza (CE), Belo Horizonte (MG) e Criciúma (SC). As reivindicações vão desde reajuste salarial até mais segurança e melhores condições de trabalho.

O quadro de greves e mobilizações deve ser reforçado até a abertura do Mundial, quando manifestações estão programadas para acontecer nas cidades-sede dos jogos.

“A população já percebeu que o tal legado da Copa é balela do governo. Por isso, o povo está se mobilizando para garantir seus direitos na base da luta”, afirma o diretor do Sindicato Renato Junio de Almeida.
 

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