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Negociação 05/07/2011 | 15:14

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Sindicato e GM marcam nova reunião sobre equiparação salarial para quarta-feira

Metalúrgicos estão mobilizados pela campanha "Trabalho igual, salário igual, já!"

A reunião entre a GM e Sindicato, ocorrida nesta terça-feira, dia 5, terminou sem acordo e uma nova rodada ficou agendada para esta quarta-feira, às 13h.

No momento em que a GM bate recordes de produção e venda, os metalúrgicos estão indo pra cima para acabar com as distorções salariais na empresa e estão fortemente mobilizados por equiparação salarial.

Os trabalhadores estão realizando, periodicamente, assembleias internas para reivindicar equiparação salarial de quem foi contratado em 2005, na oficina de empilhadeira, em 2007, no CKD e manuseio, e em 2008, na produção, incluindo outras profissões, como mecânicos, pintores, eletricistas, etc. 

Na última sexta aconteceu uma assembleia interna com os trabalhadores da Injetora. Na quinta, foi a vez dos metalúrgicos do CCM. Nas últimas semanas já ocorreram assembleias no manuseio do MVA, no manuseio da S10, no CCM e até uma paralisação de duas horas no CKD.

"Os metalúrgicos estão mobilizados e dispostos a acabar com as distorções salariais na empresa. E essa mobilização é fundamental para avançar as negociações", afirma o diretor do Sindicato, Antonio Ferreira de Barros. “A expectativa é que esse clima de luta permaneça na fábrica até o desfecho da negociação com a empresa”, disse.

“São trabalhadores que têm distorções salariais inaceitáveis e que precisam ser corrigidas”, explica o presidente do Sindicato, Vivaldo Moreira.

A GM iniciou a negociação querendo criar três faixas salariais e aumentar o prazo para o trabalhador atingir o teto salarial da função, que era de 24 meses.

"A GM voltou a ser a maior montadora do mundo e o Brasil tem grande importância. Os trabalhadores estão trabalhando muito para garantir a produção e lucros recordes da montadora. Além da nossa luta por mais contratações, é inadmissível que estas distorções continuem", finaliza Vivaldo.

O Sindicato já rejeitou na mesa de negociação a proposta das três faixas salariais, já que só aceita as duas já existentes (manuseio e produção), e quer a redução no prazo para a progressão salarial.

Além disso, o Sindicato exige estabilidade de emprego para todos os trabalhadores da fábrica, durante o período de vigência do acordo.

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