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Corrupção 21/06/2011 | 11:51

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PF prende prefeito de Taubaté, primeira dama e mais 11 pessoas

Após inúmeras denúncias de corrupção e nenhuma explicação convincente, finalmente o prefeito de Taubaté, Roberto Peixoto (PMDB), foi preso na manhã desta terça-feira, dia 21, pela Polícia Federal na Operação Urupês. A primeira dama, Luciana Peixoto, e um funcionário público do setor de licitações também foram detidos.

Eles são suspeitos de envolvimento em fraudes de licitações para a compra, gerenciamento e distribuição de medicamentos e merenda escolar, por meio de empresa registrada em nome de "laranjas".

Segundo a PF, a investigação, iniciada em 2009, apura ainda os crimes de formação de quadrilha, corrupção ativa, corrupção passiva, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.

Ao todo foram expedidos 13 mandados de busca e apreensão, sendo dez na região de Taubaté e três na cidade de São Paulo, e três mandados de prisão temporária.

Todos os mandados foram cumpridos. Participaram da operação 54 policiais federais.


Destaque na mídia
O escândalo em torno das denúncias contra Peixoto agitam a cidade há vários meses, mas os casos de corrupção estouraram na imprensa após uma matéria veiculada pelo Fantástico, da TV Globo, em maio.

Na matéria, uma testemunha aparecia acusando o prefeito de receber propina de uma empresa de merenda chamada Sistal. Na reportagem a testemunha disse que, duas vezes por mês, durante três anos, entregou dinheiro de corrupção para o casal. A testemunha disse ter servido de “mula” para eles e que estimava que o prefeito já tinha embolsado algo em torno de R$ 5 milhões. O Programa CQC, da TV Band, também abordou o caso em um de seus programas.

Na semana passada, Peixoto foi à Câmara Municipal para dar explicações à Comissão Processante instaurada para investigar supostas irregularidades em contratos na área de saúde.

O prefeito negou todas as acusações. Ao fim da sessão o clima esquentou, quando os vereadores requisitaram ao prefeito que entregasse à comissão os documentos apresentados no depoimento. Os advogados de Peixoto negaram o pedido.

Houve tumulto e bate-boca e a presidente da comissão, a vereadora Pollyana Gama, chegou a dar voz de prisão para prefeito e para os advogados dele. Peixoto e seus advogados só deixaram a Câmara após se comprometerem a entregar os documentos no dia seguinte.

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