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LUTA CONTRA PRIVATIZAÇÃO DO PETRÓLEO 17/10/2013 | 12:10

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Petroleiros entram em greve contra o leilão do pré-sal

Atividade faz parte do Dia Nacional de Luta contra o Leilão de Libra

Trabalhadores da Revap, em São José dos Campos, entraram em greve, nesta quinta-feira, dia 17, como parte das atividades do Dia Nacional de Luta contra o Leilão de Libra. Diversas entidades sindicais e movimentos sociais e populares estão se mobilizando na luta pela defesa do petróleo brasileiro.

Na Revap, a paralisação começou às 6h, com adesão de 4 mil trabalhadores diretos e terceirizados, incluindo dos setores de construção civil, alimentação, técnicos e metalúrgicos. A CSP-Conlutas e o nosso Sindicato, além de outras entidades sindicais, levaram apoio aos companheiros em greve.

Em todo o país estão acontecendo greves e protestos contra o primeiro leilão de áreas de exploração de petróleo do pré-sal. Na próxima segunda-feira, dia 21, o Campo de Libra, reserva de 12 bilhões de barris de petróleo, irá a leilão e pode ser vendido a um preço estimado em R$ 15 bilhões. Seu valor real, entretanto, é de R$ 3 trilhões, portanto, 200 vezes maior do que receberá o governo federal pela venda.

Segundo a Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), esta deve ser uma mobilização histórica, com três pontos de pauta: barrar o leilão de Libra, derrotar o PL 4330 (que legaliza as terceirizações em atividades fins) e pela Campanha Salarial dos petroleiros, que reivindicam 16,53% de reajuste salarial.

Assim como em São José dos Campos, as mobilizações já começaram no Rio de Janeiro, Alagoas, Sergipe, Acre, Pará, Amazonas, Maranhão, Bahia, Amapá, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Santa Catarina.

No estado de São Paulo, também houve paralisações e atrasos em unidades de Cubatão, Caraguatatuba, Paulínia, Santos, Guararema, São Caetano, Barueri e Mauá.

No Edifício Sede da Petrobras (Edise), Rio de Janeiro, os movimentos sociais que estão acampados no local fizeram um protesto, que será repetido ao meio-dia por pescadores afetados pela atividade petrolífera na Bacia de Guanabara.

“Esta é uma luta que tem de ser abraçada por toda a classe trabalhadora, e não apenas pelos petroleiros. O petróleo pré-sal é patrimônio nacional e tem de ser defendido pelo povo”, defende o diretor do Sindicato José Donizetti de Almeida.

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