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Internacional 23/05/2013 | 14:45

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31 de maio: dia global de solidariedade à revolução síria

Objetivo é cercar de solidariedade a luta do povo sírio contra o governo ditador de Assad

Na sexta-feira, dia 31 de maio, uma série de protestos em vários países vai marcar o “Dia Mundial de Solidariedade à Revolução Síria”. A intenção é colocar em discussão a necessidade de apoio à revolução em curso no país e coletar apoio material às forças rebeldes.

A data faz parte da “Campanha de Solidariedade Mundial à Revolução Síria”, lançada no Fórum Social Mundial, que aconteceu em abril, em Tunis, capital da Tunísia, e contou com a participação do Sindicato.

A revolução síria já dura três anos e se agrava a cada dia. Uma sangrenta guerra civil tomou o país, deixando milhares de mortos e um rastro de destruição. Mesmo assim, a população síria, que pegou em armas para derrubar da ditadura de Bashar Al Assad, continua mostrando-se disposta a seguir com a revolução, apesar da superioridade militar do inimigo.

Para manter-se no poder, o ditador tem cometido vários crimes de guerra, com uso de armas químicas, lançamento de mísseis Scud, bombas de fragmentação e bombardeios aéreos contra a população.

Segundo o Observatório de Direitos Humanos da Síria, desde o início do conflito armado teriam morrido entre 94 mil a 120 mil pessoas, a maioria civis. Entretanto, os números podem ser ainda maiores, se levarmos em consideração a manipulação e o cerceamento à informação impostos pelo regime.

Além disso, a ONU (Organização das Nações Unidas) estima que mais de 1,5 milhão de pessoas tenham deixado o país, fugindo da guerra e da repressão do governo, e migrado para outras regiões. Os que conseguem passar pelo bloqueio do exército leal ao regime, saem pela fronteira com a Jordânia, Líbano, Turquia e Iraque e ainda têm de enfrentar condições sub-humanas em função da fome e da seca que assola a região.

Apoio externo a Assad
Para se fortalecer diante do exercito revolucionário, o ditador Assad conta agora com apoio do Irã e Rússia, que lhe fornecem armamentos modernos; Venezuela, que fornece parte do combustível usado nos aviões de bombardeio; e do Líbano, que enviou soldados para defender o regime.

A família Assad comanda a Síria com mãos de ferro desde a década de 70, quando Hafez Assad, pai de Bashar, tomou o poder por meio de um golpe militar. Desde 2011, a população síria sai às ruas pedindo o fim da ditadura e da miséria no país, como parte da chamada Primavera Árabe.

“Nos solidarizamos com a luta do povo sírio. A continuidade da onda de revoluções que sacodem o Oriente Médio e norte da África depende do futuro desta revolução, por isso, toda solidariedade neste momento é fundamental”, avalia o vice-presidente do Sindicato Herbert Claros.
 

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