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Por salário e direitos! 26/04/2013 | 12:42

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Metalúrgicos da GM de Gravataí entram no 3° dia de greve

Paralisação foi discutida em audiência no Tribunal Regional do Trabalho

ATUALIZAÇÃO (17h49)

Depois de quase cinco horas de audiência no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), uma comissão de trabalhadores e representantes da GM chegaram a uma proposta, que será levada à votação na próxima segunda-feira, dia 29. Os metalúrgicos decidirão, em assembleia geral, se aceitam o reajuste de 9,5% e acréscimo de R$ 200 sobre o piso da categoria e uma PLR que pode chegar a R$ 9,65 mil.

Os metalúrgicos da General Motors de Gravataí (RS) entram no terceiro dia de greve, nesta sexta-feira, dia 26, agora com a adesão de trabalhadores de 19 empresas sistemistas (fornecedoras com unidades instaladas dentro do complexo da GM). 

A greve vem ganhando força dia a dia. Na quinta-feira, cerca de 500 metalúrgicos realizaram uma passeata pelas ruas de Gravataí, terminando com um ato em frente à Prefeitura. Os trabalhadores reivindicam um reajuste salarial de 12% e isonomia salarial e de direitos com as fábricas de São José dos Campos e São Caetano. A montadora propõe apenas 8,29% de reajuste.

Os trabalhadores também lutam pela redução na jornada de trabalho de 42h para 40 horas semanais, já adotada nas unidades paulistas. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Gravataí, a GM ofereceu a possibilidade de diminuir a jornada para 41,5 horas a partir de 1º de maio e para 41 horas a partir de janeiro do próximo ano.

A fábrica emprega 4.500 trabalhadores e produz os modelos Celta, Onix e Prima, a um ritmo de 1.200 automóveis por dia.

A fábrica da GM em Gravataí é responsável por cerca de 50% da produção total de veículos da montadora no Brasil, segundo o sindicato.

“A greve dos companheiros de Gravataí tem nossa total solidariedade. A GM não pode continuar tratando os trabalhadores de forma diferenciada, com direitos e salários inferiores aos praticados no estado de São Paulo. Com essa mobilização, os trabalhadores gaúchos estão dando exemplo de luta à toda a categoria”, afirma o presidente do nosso Sindicato, Antonio Ferreira de Barros, o Macapá.

Leia aqui também sobre a necessidade de adoção de Contrato Coletivo Nacional. 

 

 

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