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Defesa dos empregos 18/01/2013 | 08:40

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Metalúrgico para 2h e cobra que Dilma proíba demissões na GM

Paralisação foi aprovada por trabalhadores do 1º turno, nesta sexta

Cerca de quatro mil metalúrgicos do primeiro turno da GM aprovaram uma paralisação de duas horas nesta sexta-feira, dia 18, como parte das mobilizações em defesa dos empregos. Os trabalhadores reivindicam que a presidente Dilma proíba as 1.500 demissões na montadora.

A paralisação acontece no dia em que uma nova reunião entre a GM e o Sindicato, com a participação de representantes dos Ministérios do Trabalho e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, será realizada a partir das 9h, na sede do Ciesp, em São José.

É o segundo dia de manifestação dos trabalhadores da montadora essa semana. Na quinta-feira, dia 17, após assembleia no Sindicato, funcionários que estão afastados pelo lay-off fizeram uma nova passeata no centro de São José e realizaram um protesto em frente à Associação Comercial e Industrial.

Os trabalhadores preparam um dia de luta no próximo dia 23 e não descartam a deflagração de greves, caso as negociações pela manutenção dos empregos não avancem.

Esta semana, na primeira das três reuniões marcadas antes do fim do acordo que suspendeu as demissões, a GM reafirmou os planos de cortar 1.500 postos de trabalho.

"O Sindicato tem propostas para manter todos os empregos e trazer novos investimentos e tem se mostrado disposto a negociar. Mas a GM continua intransigente e quer demitir", afirma o presidente do Sindicato, Antônio Ferreira de Barros, o Macapá.

"Reivindicamos que a presidente Dilma receba os trabalhadores da GM na próxima semana. A presidente tem de proibir que a GM, que vem sendo beneficiada com dinheiro público, faça uma demissão em massa", disse Macapá.

O acordo fechado em agosto do ano passado, que suspendeu as demissões, encerra no dia 26 de janeiro. Estão agendadas negociações entre o Sindicato e a empresa nesta sexta e no próximo dia 23.

Com a paralisação de duas horas no dia de hoje, cerca de 40 veículos Classic e 25 picapes S10 deixaram de ser produzidas, além de motores e transmissões.

Na assembleia, também foi declarado solidariedade à greve dos trabalhadores da montadora PSA-Pegeout, que estão em greve há dois dias em Aulnay, na França. No próximo dia 23, trabalhadores da GM de seis países promoverão um dia internacional de luta contra os ataques que a GM tem feito em todo o mundo.

Comercial na TV
O Departamento de Comunicação do Sindicato produziu dois comerciais para a TV, que estão sendo veiculados desde a última quinta-feira.

As propagandas alertam para o efeito devastador que uma demissão em massa poderá causar na região, chamam a solidariedade e o apoio da população para  a defesa dos empregos na GM, bem como reivindicam da presidente Dilma que proíba os cortes.
 

 

 

 

 

 

 

 

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