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Protesto 07/12/2012 | 13:43

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Metalúrgicos da GM fazem ato conta demissões

A passeata saiu do Senai e seguiu até a Prefeitura. Lá, os portões estavam fechados

O Sindicato e os trabalhadores em layoff da GM realizaram uma passeata na manhã desta sexta-feira, dia 7, para denunciar à população a intransigência da montadora, que não avança nas negociações e mantém a intenção de demitir mais de 1.800 funcionários na planta de São José.

Cerca de 120 trabalhadores saíram da escola Senai, no bairro de Santana, às 10 horas. A passeata seguiu pelas ruas do Centro e foi encerrada na porta do Paço Municipal, por volta das 11h30. Após caminharem cerca de 4 km, os trabalhadores encontraram os portões da Prefeitura trancados, mais uma vez.

“O atual governo municipal dá mais uma mostra de que não se importa com as demissões da GM e suas consequências”, afirma o presidente do Sindicato, Antônio Ferreira de Barros, o Macapá. “O Sindicato já está buscando agendar uma reunião com o prefeito eleito, Carlinhos Almeida, e espera que ele entre nessa luta, ao lado dos trabalhadores“, conclui.

Com faixas que estampavam “Dilma, proíba as demissões na GM de São José” e “Dilma, empresa que faz importação não pode fazer demissão”, os trabalhadores denunciaram a intenção da empresa de manter as demissões e exigiram a intervenção do Governo Federal. O Sindicato busca agendar uma reunião com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, ainda este ano.

Por onde passaram, os trabalhadores foram saudados pela população e receberam o apoio de motoristas e pedestres pela luta para manter os empregos na fábrica da GM de São José.

Negociações
A passeata é uma resposta à rodada de negociação que ocorreu na manhã de ontem. Apesar das diversas propostas apresentadas pelo Sindicato, a empresa não avançou nas negociações e se manteve intransigente, sem garantir os empregos.

“O prazo para resolver essa questão é 26 de janeiro, mas os trabalhadores não vão esperar parados. O Sindicato e os trabalhadores estão preparando um ‘janeiro vermelho’ para pressionar a empresa”, diz Macapá.

Para o Janeiro Vermelho está prevista uma série de manifestações, como passeatas e paralisações.

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