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Jornal do Metalúrgico

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Edição 941 | De 02 a 15 de Março de 2011

Expediente

Órgão informativo do Sindicato dos Metalúrgicos de S. J. Campos, Caçapava, Jacareí, Santa Branca e Igaratá • Rua Maurício Diamante, 65 - 12209-570- (12) 3946.5333 - Fax: 3922.4775 - site: www.sindmetalsjc.org.br - e-mail: comunicacao@sindmetalsjc.org.br - São José dos Campos - SP - Responsabilidade: Diretoria do Sindicato - Edição: Ana Cristina Silva - Redação: Douglas Dias, Eliane Mendonça, Rodrigo Correia e Shirley Rodrigues. Editoração Eletrônica: Bruno César Galvão Ilustração: Bruno César Galvao.

Ataque aos direitos

Governo Dilma quer instituir idade mínima para a aposentadoria

Durante a campanha eleitoral Dilma prometeu não mexer na Previdência: era mentira

Durante a campanha eleitoral de 2010, a então candidata à presidência Dilma Rousseff (PT) negou que fosse fazer ajustes na Previdência ou mexer nas aposentadorias.

No entanto, menos de três meses após assumir a presidência, os principais jornais do país anunciam que os ministérios da Fazenda e da Previdência, com aval do governo, estudam uma proposta para instituir a idade mínima de aposentadoria de 60 anos para as mulheres e 65 anos para os homens.

O governo negocia com centrais pelegas, como CUT e Força Sindical, para impor o Fator 95/85, segundo o qual a idade e os anos de contribuição somados devem chegar a 85 para as mulheres e 95 para os homens. Na prática, esse mecanismo impõe a idade mínima de 60 anos, e substituiria o Fator Previdenciário para os trabalhadores ativos.

Ao lado dos patrões
A desculpa é a de reduzir o déficit da Previdência, estimado pelo governo em R$ 44 bilhões. Porém, esse suposto déficit só ocorre por conta dos valores que são desviados para pagar juros aos banqueiros. A verdade, porém, é que somente em 2010 houve um superávit de R$ 14 bilhões.

Além disso, se o governo estivesse realmente preocupado em manter o superávit da Previdência, não abriria mão da contribuição obrigatória das empresas, como está planejando. Dilma pretende reduzir a contribuição ao INSS que os patrões pagam com base na folha de pagamento, de 20% para 14%.

“O governo de Dilma mostra, mais uma vez, de que lado está, atacando os trabalhadores para beneficiar os patrões. É preciso que os trabalhadores se preparem para impedir esse ataque”, afirmou o diretor do Sindicato José Francisco Sales.

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