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Jornal do Metalúrgico

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Edição 1017 | De 15 a 21 de Janeiro de 2013

Expediente

Orgão informativo do Sindicato dos Metalúrgicos de S. J. Campos, Caçapava, Jacareí, Santa Branca e Igaratá • Rua Maurício Diamante, 65 - 12209-570- (12) 3946.5333 - Fax: 3922.4775 - site: www.sindmetalsjc.org.br - e-mail: comunicacao@sindmetalsjc.org.br - São José dos Campos - SP - Responsabilidade: Diretoria do Sindicato - Edição: Ana Cristina Silva - Redação: Douglas Dias, Manuela Moraes, Rodrigo Correia e Shirley Rodrigues. Editoração Eletrônica: Bruno César Galvão Ilustração: Bruno César Galvao. Fotolito e Impressão: UniSind Gráfica Ltda (11) 3271-1137

Dia de mobilização

Luta em defesa emprego na GM começa o ano com força total

A apenas duas semanas para o fim do acordo que suspendeu as demissões na GM, a luta em defesa do emprego ganha força. Na última quinta-feira, dia 10, os metalúrgicos realizaram um dia de forte mobilização.

Pela manhã, cerca de 4 mil trabalhadores fizeram uma manifestação nos portões do MVA e da S10 em repúdio aos planos de demissão em massa da montadora.

Foi votada a intensificação da Campanha em Defesa dos Empregos com uma série de ações até o dia 26 de janeiro, quando acaba o acordo.

Passeata
Por volta das 9h, cerca de 500 trabalhadores que estão em lay-off participaram de assembleia na sede do Sindicato e, logo em seguida, saíram em passeata pelas ruas de São José dos Campos, com destino à Prefeitura.

Familiares dos trabalhadores também participaram da manifestação, engrossando a reivindicação de que a GM assuma um compromisso social com a cidade.

Ao longo da marcha, a população demonstrou solidariedade à luta contra o desemprego.

Representantes de vários sindicatos da região e do estado também participaram do ato em sinal de solidariedade.

Reunião com prefeito
Ao fim da passeata, uma comissão de trabalhadores da GM e representantes do Sindicato e da CSP-Conlutas foi recebida pelo prefeito Carlinhos Almeida e vereadores (leia abaixo).

A reunião só aconteceu depois que os manifestantes pressionaram o prefeito, gritando “Carlinhos, abre o portão, aqui fora só tem peão”.

Calendário
Dias 16, 18 e 23 - Reunião entre GM e Sindicato
Dia 24 - Audiência Pública na Câmara Municipal
Dia 26 - Fim do acordo que suspende as demissões


Dilma tem de agir com urgência
Faltando poucos dias para o fim do acordo que suspende as demissões até 26 de janeiro, é fundamental que a presidente Dilma tome medidas urgentes em favor dos empregos.

O Sindicato já enviou diversos pedidos de reunião para a presidente e até agora não teve retorno. Mas não dá mais para esperar.

No encontro com o prefeito Carlinhos Almeida, o Sindicato cobrou que ele cumpra o que prometeu durante a campanha eleitoral, na porta da fábrica da GM: defender a manutenção dos postos de trabalho.

Como parte desse compromisso, Carlinhos tem de buscar o apoio da presidente Dilma e defender que ela assine uma Medida Provisória determinando que empresas beneficiadas por redução de impostos (como do IPI) não possam demitir. O mesmo se aplicaria a empresas que importam. A GM se encaixa nos dois casos.

O prefeito deve reunir-se com a direção da montadora esta semana.

“Foi importante que Carlinhos tenha recebido os trabalhadores. Mas esperamos ações concretas. Ele tem de se posicionar contra as demissões e agir pelos empregos. A partir de agora, a guerra contra as demissões será permanente na cidade, até que a GM desista dos planos de demitir 1.500 pais de família”, disse o presidente do Sindicato, Antonio Ferreira de Barros, o Macapá.


Apoio de toda a categoria é fundamental
A luta contra as demissões na GM tem de ser de todos, e não apenas de quem trabalha na montadora.

Uma eventual demissão em massa vai se refletir em toda a região.

Em nossa categoria, haveria um “efeito dominó” nas fábricas causado pelas demissões.

Estudos mostram que a medida poderia resultar em outros 10 mil cortes, nos mais diversos setores. O impacto seria devastador para toda a região.

Portanto, é preciso que todos os metalúrgicos ergam a bandeira em defesa do emprego e contra quaisquer outras ameaças de demissões.

“Os trabalhadores precisam mostrar para os patrões que não aceitarão esses ataques. Temos de defender nossos empregos para evitar que outras empresas repitam essa estratégia absurda e irresponsável adotada pela GM”, afirma o diretor do Sindicato José Donizette de Almeida.


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