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Jornal do Metalúrgico

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Edição 1014 | De 27 de Novembro a 03 de Dezembro de 2012

Expediente

Orgão informativo do Sindicato dos Metalúrgicos de S. J. Campos, Caçapava, Jacareí, Santa Branca e Igaratá • Rua Maurício Diamante, 65 - 12209-570- (12) 3946.5333 - Fax: 3922.4775 - site: www.sindmetalsjc.org.br - e-mail: comunicacao@sindmetalsjc.org.br - São José dos Campos - SP - Responsabilidade: Diretoria do Sindicato - Edição: Ana Cristina Silva - Redação: Douglas Dias, Manuela Moraes, Rodrigo Correia e Shirley Rodrigues. Editoração Eletrônica: Bruno César Galvão Ilustração: Bruno César Galvao. Fotolito e Impressão: UniSind Gráfica Ltda (11) 3271-1137

Política de extermínio

Violência atinge periferia e espalha terror em SP

Uma onda de violência atinge a periferia de São Paulo e outras cidades do interior do estado. Somente na Grande São Paulo, 280 pessoas foram assassinadas em um mês.

Entre janeiro e outubro deste ano, 95 policiais foram assassinados. Mas, no mesmo período, foram 3.834 homicídios no estado, em sua maioria jovens, negros e trabalhadores que vivem na periferia.

A ação de grupos de extermínio é cada vez mais clara. Na guerra entre o narcotráfico e a PM, a população tem de conviver com o toque de recolher e chacinas diárias. Foram 18, somente em outubro, na Grande São Paulo.

Violência do Estado
No Estado de São Paulo, há inúmeras denúncias de abusos por parte da PM. Mas o governador Geraldo Alckmin aprova: “Quem não resistiu, está vivo”, disse.

Um vídeo divulgado recentemente mostra o servente Paulo Batista, de 25 anos, já detido e desarmado, sendo assassinado por policiais. São episódios como esse que levaram a ONU (Organização das Nações Unidas) a propor o fim da polícia militar no Brasil.

Ao contrário disso, os governos federal e estadual apostam em mais repressão. Assim como Lula disponibilizou o Exército durante os ataques de 2006, o governo Dilma firmou parceria com Alckmin para integrar as polícias.

Essa política não ataca as verdadeiras razões da violência: a desigualdade social, a falta de perspectivas e a impunidade no país.

Não há como acabar com a violência, sem mudar a política econômica do governo, que privilegia os banqueiros, enquanto a população sofre. Sem contar os políticos que desviam milhões e estão livres, reforçando a impunidade.

É preciso também extinguir essa polícia criada na ditadura militar e garantir uma força policial submetida aos interesses da população, controlada por conselhos populares e associação de moradores, com direitos democráticos, como o de greve e sindicalização.

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