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Jornal do Metalúrgico

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Edição 999 | De 31 de Julho a 06 de Agosto de 2012

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Orgão informativo do Sindicato dos Metalúrgicos de S. J. Campos, Caçapava, Jacareí, Santa Branca e Igaratá • Rua Maurício Diamante, 65 - 12209-570- (12) 3946.5333 - Fax: 3922.4775 - site: www.sindmetalsjc.org.br - e-mail: comunicacao@sindmetalsjc.org.br - São José dos Campos - SP - Responsabilidade: Diretoria do Sindicato - Edição: Ana Cristina Silva - Redação: Douglas Dias, Rodrigo Correia e Shirley Rodrigues. Editoração Eletrônica: Bruno César Galvão Ilustração: Bruno César Galvao. Fotolito e Impressão: UniSind Gráfica Ltda (11) 3271-1137

Pela manutenção dos empregos

GM não tem por que demitir. Com Classic, empregos seriam garantidos e faturamento somaria R$ 7 bilhões

Uma das propostas apresentadas pelo Sindicato como alternativa para manutenção de empregos na GM é a produção integral do Classic em São José dos Campos. Mas a GM não está interessada nas propostas em favor do emprego. O que a montadora quer é demitir.

Por que continuar com o Classic

O MVA produz 370 Classics por dia. É o mesmo volume de produção do Meriva, Zafira e Corsa, que já deixaram de ser fabricados aqui. Portanto, mesmo com a saída dos três modelos, não existe mão de obra excedente na fábrica.

Se o Classic fosse integralmente produzido em São José, a planta teria um faturamento próximo de R$ 7 bilhões, em 2012. Mesmo assim, a GM quer parar de produzir.


Por que a GM quer demitir

O objetivo da GM é reduzir custos para aumentar os lucros. O compromisso social não está sendo considerado pela multinacional, mesmo explorando a mão de obra dos trabalhadores da cidade e região há mais de 50 anos na cidade.

A empresa quer seguir aqui o modelo adotado pelo grupo em todo o mundo: pagar baixos salários e produzir cada vez mais carros, com o menor número de trabalhadores.

A empresa mente quando diz que está realocando postos de trabalho. A GM já fechou 1.189 postos de trabalho em São José, São Caetano e Gravataí, em apenas um ano. A planta de São José foi a mais afetada, com 1044 postos a menos.

O Sindicato continua aberto a negociações e ao diálogo com a empresa, para garantir a manutenção dos empregos em São José dos Campos.

 

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