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Jornal do Metalúrgico

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Edição 996 | De 11 a 16 de Julho de 2012

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Orgão informativo do Sindicato dos Metalúrgicos de S. J. Campos, Caçapava, Jacareí, Santa Branca e Igaratá • Rua Maurício Diamante, 65 - 12209-570- (12) 3946.5333 - Fax: 3922.4775 - site: www.sindmetalsjc.org.br - e-mail: comunicacao@sindmetalsjc.org.br - São José dos Campos - SP - Responsabilidade: Diretoria do Sindicato - Edição: Ana Cristina Silva - Redação: Shirley Rodrigues, Manuela Moraes e Douglas Dias. Editoração Eletrônica: Bruno César Galvão Ilustração: Bruno César Galvao. Fotolito e Impressão: UniSind Gráfica Ltda (11) 3271-1137

SOS Empregos na GM

Passeata em defesa do emprego reúne 2.500. Campanha vai às ruas

A campanha em defesa dos empregos na GM já está nas ruas e ganha força a cada semana. Na última quinta-feira, dia 5, foi realizada uma manifestação de repercussão nacional, que reuniu 2.500 metalúrgicos em passeata e parou a Avenida General Motors, em São José dos Campos.

Impulsionado pelo Sindicato, o objetivo do ato foi chamar a atenção de toda sociedade para a responsabilidade da montadora para com a população joseense. A manifestação faz parte da Campanha em Defesa do Emprego na GM, que tem como slogan “SOS Empregos - A GM não pode virar as costas para São José”.

Nos próximos dias devem acontecer novas manifestações, incluindo uma caravana para Brasília, um ato nacional entre diferentes sindicatos e centrais sindicais e atos em frente a concessionárias Chevrolet.

Luta é de todos
A GM está em São José há mais de 50 anos e é a segunda maior metalúrgica da cidade. A empresa anunciou a redução da produção do MVA, o que torna iminente a demissão de cerca de 1.500 trabalhadores, o que traria consequências negativas para toda a sociedade.

Estima-se que cada demitido da GM implique outras quatro demissões nas fornecedoras. Com isso, não é difícil imaginar o efeito dominó das demissões na cidade.

O comércio seria seriamente afetado, pois deixariam de ser injetados, em um ano, aproximadamente R$ 103 milhões na economia, o equivalente a salários e PLR.

“A empresa não pode receber milhões em benefícios fiscais e, ainda assim, demitir. Os governos têm a obrigação de impedir que a GM concretize as demissões. Só com a luta dos trabalhadores e de toda a sociedade será possível virar esse jogo e cobrar que a GM assuma seu compromisso social com a cidade e a classe trabalhadora”, defende o presidente dos Sindicato, Antônio Ferreira de Barros, o Macapá.


Próximas atividades da campanha

O Comitê em Defesa dos Empregos na GM, formado por diversos sindicatos da cidade, está programando uma série de atividades, como atos nacionais em frente às concessionárias Chevrolet e marcha em Brasília. “Nossa intenção é criar uma mobilização nacional de trabalhadores de todos os setores em defesa dos empregos”, afirmou Macapá.

Nesta quinta-feira, dia 12, haverá uma reunião, em São Paulo, entre o Sindicato, o Ministério do Trabalho e representantes da GM.
No dia 17, será realizada uma reunião com o ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria Geral da Presidência, em Brasília.
 

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