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Jornal do Metalúrgico

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Edição 990 | De 22 a 28 de Maio de 2012

Expediente

Orgão informativo do Sindicato dos Metalúrgicos de S. J. Campos, Caçapava, Jacareí, Santa Branca e Igaratá • Rua Maurício Diamante, 65 - 12209-570- (12) 3946.5333 - Fax: 3922.4775 - site: www.sindmetalsjc.org.br - e-mail: comunicacao@sindmetalsjc.org.br - São José dos Campos - SP - Responsabilidade: Diretoria do Sindicato - Edição: Ana Cristina Silva - Redação: Douglas Dias e Shirley Rodrigues. Editoração Eletrônica: Bruno César Galvão Ilustração: Bruno César Galvao. Fotolito e Impressão: UniSind Gráfica Ltda (11) 3271-1137

Pedido de reunião

Beneficiada pela desoneração, Embraer tem de dar estabilidade e reduzir jornada

O setor aeronáutico foi um dos grandes beneficiados pela desoneração da folha de pagamento, que entra em vigor no próximo mês. A Embraer será cobrada pelo Sindicato para que garanta estabilidade e redução da jornada.

O Sindicato protocolou, na última quinta-feira, dia 17, um pedido de reunião com a empresa para que possamos apresentar nossa reivindicação.

A Embraer tem a obrigação moral e social de garantir estabilidade a todos os seus funcionários. Desde a privatização, a empresa vem recebendo recursos do governo, via BNDES, e mesmo assim mantém uma política de baixos salários e demissões..

Este ano, a Embraer vive um quadro de otimismo (para seus cofres). A empresa registrou um aumento de 21% no número de aeronaves entregues, em relação ao mesmo período de 2011.

A lógica da desoneração
A desoneração da folha de pagamento faz parte de um pacote do Governo Federal de ajuda às indústrias, e beneficia exclusivamente os patrões.

A fórmula funciona assim: as indústrias deixam de recolher os 20% da contribuição patronal do INSS sobre a folha salarial (o que ameaça a Previdência Social) e passam a pagar um novo tributo sobre o faturamento. Pelos cálculos do governo, deixarão de ser arrecadados R$ 7,2 bilhões por ano em impostos.

No caso do setor aeronáutico, 2,83% da receita bruta são usados atualmente para pagar encargos trabalhistas. Agora, passará a ter uma cobrança fixa de 1%. O presidente da Embraer, Frederico Curado, disse que com a medida “o copo está ficando mais cheio”. Por copo entenda-se “os cofres dos patrões”.

Por isso, continua na luta por estabilidade e redução da jornada sem redução de salário, como única forma de garantir empregos e melhorar as condições de trabalho.

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