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Jornal do Metalúrgico

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Edição 971 | De 06 a 12 de Dezembro de 2011

Expediente

Orgão informativo do Sindicato dos Metalúrgicos de S. J. Campos, Caçapava, Jacareí, Santa Branca e Igaratá • Rua Maurício Diamante, 65 - 12209-570- (12) 3946.5333 - Fax: 3922.4775 - site: www.sindmetalsjc.org.br - e-mail: comunicacao@sindmetalsjc.org.br - São José dos Campos - SP - Responsabilidade: Diretoria do Sindicato - Edição: Ana Cristina Silva - Redação: Douglas Dias, Eliane Mendonça e Shirley Rodrigues. Editoração Eletrônica: Bruno César Galvão Ilustração: Bruno César Galvao. Fotolito e Impressão: UniSind Gráfica Ltda (11) 3271-1137

Em defesa do emprego

A luta na General Motors é pelo fim das demissões na fábrica

A GM deu início a um processo de reestruturação produtiva com graves ataques aos metalúrgicos. A montadora está demitindo trabalhadores com salários maiores para aumentar ainda mais seus lucros.

Em menos de 15 dias, vários trabalhadores foram demitidos mesmo após o PDV. São companheiros com o benefício B94 (auxílio-acidente vitalício), aposentados ou em período de pré-aposentadoria. Nos casos de lesionados e trabalhadores prestes a se aposentar, as demissões são totalmente ilegais, pois violam o Acordo Coletivo, que garante estabilidade a esses companheiros.

Construir a mobilização
Vamos construir a mobilização para que a GM pare de demitir. Queremos a reintegração dos demitidos e a manutenção dos postos de trabalho.

Essa luta é, inclusive, bandeira do Sindicato e cipeiros na SIPAT (Semana Interna de Prevenção a Acidentes da Trabalho), que segue até o dia 9.

“A GM está tirando o couro da peãozada. Quanto mais trabalhadores são demitidos, maior é a exploração de quem ficou. Temos de acabar com essa prática absurda, exigindo estabilidade para todos”, afirma o diretor Antonio Ferreira de Barros, o Macapá.

Unidade e mobilização para barrar ataques
Não podemos deixar a empresa nos dividir. Para acabar com esses ataques é preciso muita unidade e mobilização. A palavra de ordem é “um por todos, e todos por um”. Várias iniciativas já foram tomadas:

  • Assembleia com lesionados no Sindicato (20/outubro)
  • Assembleias na fábrica (27 e 28/outubro)
  • Manifestação em frente ao INSS (27/outubro)
  • Reunião com Ministério do Trabalho e Secretaria Geral da Presidência da República, em Brasília (27/outubro)


Até agora, as ações não foram capazes de barrar as demissões. A luta continua. Já solicitamos o agendamento de uma reunião com a GM e entramos com uma representação no Ministério Público do Trabalho.

Cortes em meio a incentivos fiscais
As montadoras foram as maiores beneficiadas pelo pacote bilionário com incentivos fiscais oferecido há poucos meses pela presidente Dilma às indústrias.

Mesmo assim, a GM penalizou os trabalhadores e abriu o PDV para aumentar seus lucros, que este ano já chegou a 8 bilhões de dólares.

A GM vem batendo recordes de produção, vendas e lucros e é a maior importadora de carros do Brasil.

As demissões realizadas pela empresa vão exatamente na contramão do discurso adotado pelo governo Dilma, de que a isenção fiscal protegeria empregos.

Em 27 de outubro, logo após o anúncio do PDV, fomos a Brasília para exigir que o Governo Federal interferisse nas demissões e garantisse estabilidade de emprego.

“Até agora estamos esperando uma resposta do governo, que não pode dar as costas para os trabalhadores, enquanto enche os bolsos dos patrões”, afirma Macapá.

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