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Jornal do Metalúrgico

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Edição 956 | De 19 a 25 de Julho de 2011

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Orgão informativo do Sindicato dos Metalúrgicos de S. J. Campos, Caçapava, Jacareí, Santa Branca e Igaratá • Rua Maurício Diamante, 65 - 12209-570- (12) 3946.5333 - Fax: 3922.4775 - site: www.sindmetalsjc.org.br - e-mail: comunicacao@sindmetalsjc.org.br - São José dos Campos - SP - Responsabilidade: Diretoria do Sindicato - Edição: Ana Cristina Silva - Redação: Douglas Dias, Eliane Mendonça e Shirley Rodrigues. Editoração Eletrônica: Bruno César Galvão Ilustração: Bruno César Galvao. Fotolito e Impressão: UniSind Gráfica Ltda (11) 3271-1137

Custo de vida

Cesta básica tem alta em 12 Estados

Pesquisa do Dieese revela o que o trabalhador já está sentindo no bolso: a volta da inflação onde mais pesa, que é no preço dos alimentos

Alta no preço da cesta básica, necessidade de mais horas trabalhadas para a compra de itens básicos da alimentação e uma fatia maior do salário mínimo gasta em alimentos. É o que mostra a Pesquisa Nacional da Cesta Básica, realizada mensalmente pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estudo Sócio-Econômicos).

Em junho, das 17 capitais brasileiras onde o Dieese realiza a pesquisa, 12 apresentaram alta no preço da cesta básica. Em São Paulo, a variação acumulada no 1º semestre de 2011 é uma alta de 3,14%. Em 12 meses – entre julho de 2010 e junho último – o aumento chega a 9,80%.

Trabalhando mais
O trabalhador que ganha salário mínimo precisou trabalhar, em média, 96h e 5 minutos para adquirir a cesta básica, tempo superior ao exigido para a mesma compra em maio, quando ficava em 95h e 16 minutos.

Em junho de 2010, a mesma aquisição comprometia uma jornada de 94h e 56 minutos.

Quando se considera o percentual do salário mínimo líquido gasto com a cesta, após a dedução da parcela referente à Previdência, verifica-se que o comprometimento em junho correspondeu a 47,47%. Em relação a junho de 2010, o percentual comprometido era de 46,90%.

Repor as perdas salariais
Os dados da pesquisa do Dieese comprovam o que cada trabalhador tem sentido no bolso quando vai ao supermercado: a volta da inflação onde mais pesa para o trabalhador: nos alimentos. Sem contar a alta dos preços do combustível, plano de saúde e tarifas públicas, que também agravam a situação.

Às vésperas do início da Campanha Salarial 2011, esses dados mostram que os metalúrgicos devem se preparar.

Será o momento de repor as perdas inflacionárias e buscar aumento real dos salários.


Onde a cesta básica está mais cara:
São Paulo - R$ 273,48
Porto Alegre - R$ 272,24
Florianópolis - 266,44


Quais produtos subiram:
Tomate ( 8,68%),
Manteiga (4,97%),
Café (2,39%),
Farinha de trigo (2,21%),
Leite (1,67%).

Fonte: Dieese
 

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