
Orgão informativo do Sindicato dos Metalúrgicos de S. J. Campos, Caçapava, Jacareí, Santa Branca e Igaratá • Rua Maurício Diamante, 65 - 12209-570- (12) 3946.5333 - Fax: 3922.4775 - site: www.sindmetalsjc.org.br - e-mail: comunicacao@sindmetalsjc.org.br - São José dos Campos - SP - Responsabilidade: Diretoria do Sindicato - Edição: Ana Cristina Silva - Redação: Douglas Dias, Eliane Mendonça e Shirley Rodrigues. Editoração Eletrônica: Bruno César Galvão Ilustração: Bruno César Galvao. Fotolito e Impressão: UniSind Gráfica Ltda (11) 3271-1137
Internacional
Desde maio, manifestações têm sacudido o Chile, reunindo milhares de estudantes em defesa da educação pública.
Cerca de 30 universidades e mais de 200 colégios estão tomados em todo país. Além de estudantes universitários e secundários, professores e reitores, somaram-se aos protestos trabalhadores das minas de cobre, aposentados e servidores da saúde.
No dia 17 de junho, mais de 70 mil estudantes e professores fizeram uma das maiores manifestações da história do Chile. A onda de protestos já fez a popularidade do presidente Piñera despencar: ele já tem o pior índice de aprovação em 40 anos.
Entre as principais reivindicações dos estudantes estão mais recursos para a educação e a estatização dos estabelecimentos de ensino.
O Chile foi um dos primeiros paises a adotar a receita neoliberal, privatizando importantes setores, como previdência e educação.
Hoje, praticamente todas as universidades são particulares e, mesmo as públicas, cobram mensalidades dos alunos.
Para levar a solidariedade dos brasileiros, a ANEL (Assembleia Nacional dos Estudantes Livre), filiada à CSP-Conlutas, enviou uma representante ao Chile. “Nossa luta não é diferente do que desejam os estudantes no Chile. Além de exigir 10% do PIB para a educação, precisamos barrar o novo Programa Nacional de Educação do governo Dilma, que também privatiza o ensino”, afirmou Clara Saraiva, da ANEL.


