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Jornal do Metalúrgico

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Edição 1240 | De 07 a 13 de Agosto de 2018

Expediente

Órgão informativo do Sindicato dos Metalúrgicos de S. J. Campos, Caçapava, Jacareí, Santa Branca e Igaratá - Rua Maurício Diamante, 65, São José dos Campos - CEP 12.209-570. Telefone (12) 3946.5333 - Fax: 3922.4775 - site: www.sindmetalsjc.org.br - e-mail: comunicacao@sindmetalsjc.org.br. Responsabilidade: Diretoria do Sindicato. Edição: Rodrigo Correia. Redação: Shirley Rodrigues e Lucas Martins. Editoração eletrônica: Bruno César Galvão. Ilustração: Bruno César Galvao. Fotolito e Impressão: Unisind.

Dia Nacional de Paralisação

Nesta sexta, trabalhadores têm motivos de sobra para protestar

Os trabalhadores já estão pelas tampas com todos os ataques que vêm sendo promovidos por governos e patrões.

Mas não adianta reclamar sozinho. A classe trabalhadora precisa se unir para derrubar esses ataques e sair em defesa dos direitos. Nesta sexta-feira (10), vamos participar do Dia Nacional de Paralisação e Manifestações, convocado por todas as centrais sindicais do país. Será um dia em defesa do emprego, do salário, dos direitos trabalhistas e da aposentadoria. Chega de tanto abuso e exploração!

Trabalhadores das mais diversas categorias irão participar, como os metalúrgicos, metroviários, servidores, papeleiros e rodoviários. Em nossa região, os metalúrgicos estão, desde já, convocados para participarem das assembleias que serão realizadas pelo Sindicato.
Vamos protestar e dizer um sonoro “basta” aos ataques contra nossos direitos.

“Este é o momento de dizer que não estamos satisfeitos e que não ficaremos calados diante dos ataques orquestrados pelo governo Temer e patrões. Sexta-feira será o dia de dar um basta em todos esses assaltos contra nossos direitos”, afirma o presidente do Sindicato, Weller Gonçalves.

Reforma trabalhista acaba com direitos
Desde que entrou em vigor, em novembro de 2017, a reforma trabalhista só piorou a vida dos trabalhadores. As promessas feitas pelo governo Temer, como a redução do desemprego, se revelaram uma grande armadilha. O resultado foi o estímulo ao trabalho informal (sem garantia de direitos), demissão de trabalhadores com carteira assinada, aumento da terceirização, piores condições de trabalho e mais poder para os patrões. Por isso, exigimos a revogação imediata da reforma trabalhista.

Por aumento real e renovação de direitos
A luta por aumento real e renovação de direitos, pauta da Campanha Salarial dos metalúrgicos, também estará no centro das mobilizações do dia 10. O Sindicato vai organizar assembleias para que a categoria reafirme a pauta da campanha junto com as exigências do Dia Nacional de Paralisação. A pauta de reivindicações da Campanha Salarial já foi entregue aos patrões semana passada e em breve começam as negociações.

A primeira rodada já foi marcada, para o dia 9, com o setor de autopeças, um dos mais intransigentes entre os grupos patronais. Este ano, será fundamental exigir dos patrões a assinatura dos acordos e convenções coletivas. Sem isso, ficaremos apenas com os direitos previstos na CLT - o que representará a perda de direitos históricos, como a estabilidade dos lesionados. Portanto, no dia 10, participe das assembleias e lute por nenhum direito a menos!

Desemprego atinge 28 milhões de brasileiros
O Brasil tem hoje 28 milhões de desempregados. São pessoas que saem de casa todos os dias em busca de trabalho ou que já perderam a esperança e desistiram de procurar emprego diante de tantos “nãos”. Por isso, é preciso protestar!

Com Reforma da Previdência só temos a perder
A reforma da Previdência está parada, mas não está morta. O Palácio do Planalto e o Congresso Nacional podem ressuscitá-la e retomar a discussão a qualquer momento. O aumento abusivo do período de contribuição, na prática, representará o fim do direito à aposentadoria. Temos de exigir que a proposta do governo Temer seja definitivamente arquivada.

Preço dos combustíveis e gás nas altura
Está difícil aguentar os preços dos combustíveis e do gás de cozinha. A Petrobras continua com sua política de reajustes e prejudica diretamente os trabalhadores, que têm de fazer cortes severos no orçamento doméstico. O gás de cozinha chega a ser vendido por R$ 80. É preciso mudar essa política!

Serviços públicos estão um caos
Enquanto a corrupção continua correndo solta, o governo corta investimentos nos hospitais, postinhos de saúde, escolas, creches, universidades e moradias. É o tal “teto dos gastos”, que congelou por 20 anos os investimentos públicos.

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