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Jornal do Metalúrgico

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Edição 1213 | De 06 a 14 de Novembro de 2017

Expediente

Expediente: Orgão informativo do Sindicato dos Metalúrgicos de S. J. Campos, Caçapava, Jacareí, Santa Branca e Igaratá • Rua Maurício Diamante, 65 - 12209-570- (12) 3946.5333 - Fax: 3922.4775 - site: www.sindmetalsjc.org.br - e-mail: comunicacao@sindmetalsjc.org.br - São José dos Campos - SP - Responsabilidade: Diretoria do Sindicato - Edição: Shirley Rodrigues - Redação: Lucas Martins, Manuela Moraes e Shirley Rodrigues. Editoração e Ilustração: Bruno Galvão - Fotolito e Impressão: Fotolito e Impressão: Unisind. Tel.: (11) 99907-9771

Campanha Salarial 2017

Metalúrgicos mantêm direitos, repõem perdas e avançam na luta contra reforma trabalhista do governo Temer

A Campanha Salarial chegou em sua reta final. Depois de muita luta, a categoria conseguiu o que parecia mais difícil: renovar todos os direitos previstos nos Acordos Coletivos.

Para se ter uma ideia, sem a assinatura dos acordos, os metalúrgicos só ficariam com os direitos determinados pela CLT. Perderíamos, por exemplo, o adicional noturno de 35%, a estabilidade de emprego para os lesionados, auxílio-creche e centenas de outros direitos.

Reajuste salarial
Apesar das longas negociações e lutas da categoria, os patrões jogaram duro em relação aos salários. Não foi fácil, mas em diversas fábricas conquistamos aumento real, como na TI, Heatcraft, Avibras, Ericsson e JC Hitachi.

Em outras fábricas, como GM e Chery, os trabalhadores terão a reposição da inflação, de 1,73%. Nas duas fábricas, os trabalhadores conseguiram manter a estabilidade no emprego para lesionados, principal alvo das montadoras.

“Esta Campanha Salarial aconteceu em meio a severos ataques dos patrões e do governo. Tivemos que enfrentar os efeitos da reforma trabalhista e garantimos, na luta, a manutenção de direitos”, afirma o presidente do Sindicato, Antônio Ferreira de Barros, o Macapá.

Trabalhadores enfrentam patrões com greves e mobilizações
A intransigência patronal levou os metalúrgicos a entrarem em greve em sete fábricas da região. Em todas elas, foi conquistada a renovação de direitos.

A paralisação mais longa foi a dos companheiros da Chery, que durou 32 dias (de 28 de setembro a 30 de outubro) e acabou com os planos da empresa em terceirizar a produção e demitir lesionados.

Na Parker Hannifin, os trabalhadores realizaram a greve mais longa em 100 anos de história do grupo empresarial em todo o mundo. Foram 22 dias de paralisação (de 4 a 25 de outubro), com a conquista de 3,73% de reajuste e 6% no piso salarial.

Também realizaram greves a Parker Filtros, Gerdau, TI Automotive, Retrovex e Avibras.

Luta continua
Onde as negociações estão emperradas e os patrões se recusam a atender as reivindicações da categoria, a luta continua! É o caso da Eaton, Blue Tech, Sun Tech, Latecoere, MWL, Sygma, Sobraer, Sopeçaero e Pesola.

Os metalúrgicos dessas três últimas já deram seu recado. No dia 25, houve paralisação de duas horas. O Grupo Sonaca veio com represália e demitiu dois trabalhadores, mas esse abuso não vai adiantar. Os companheiros continuam dispostos a ir pra cima!

 

 

 

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