
Orgão informativo do Sindicato dos Metalúrgicos de S. J. Campos, Caçapava, Jacareí, Santa Branca e Igaratá • Rua Maurício Diamante, 65 - 12209-570- (12) 3946.5333 - Fax: 3922.4775 - site: www.sindmetalsjc.org.br - e-mail: comunicacao@sindmetalsjc.org.br - São José dos Campos - SP - Responsabilidade: Diretoria do Sindicato - Edição: Ana Cristina Silva - Redação: Douglas Dias, Eliane Mendonça, Rodrigo Correia e Shirley Rodrigues. Editoração Eletrônica: Bruno César Galvão Ilustração: Bruno César Galvao. Fotolito e Impressão: UniSind Gráfica Ltda (11) 3271-1137
Equiparação salarial
Assembleias já ocorreram em diversos setores, além de uma paralisação de duas horas no CKD. Mobilização vai continuar
No momento em que a GM bate recordes de produção e venda, os metalúrgicos estão indo pra cima para acabar com as distorções salariais na empresa e iniciaram uma forte luta por equiparação salarial.
A GM voltou a ser a maior montadora do mundo e o Brasil tem grande importância, já que é onde ela está garantindo seus lucros.
Já ocorreram assembleias no manuseio do MVA, no manuseio da S10, no CCM e até uma paralisação de duas horas no CKD. A mobilização vai continuar.
“A expectativa é que esse clima de luta permaneça na fábrica até o desfecho da negociação com a empresa”, disse o presidente do Sindicato, Vivaldo Moreira Araújo.
Reivindicações
A reivindicação dos trabalhadores e do Sindicato é que a empresa equipare o salário dos trabalhadores que foram contratados em 2005, na oficina de empilhadeira, em 2007, no CKD e manuseio, e em 2008, na produção, incluindo outras profissões, como mecânicos, pintores, eletricistas, etc.
“São trabalhadores que têm distorções salariais inaceitáveis e que precisam ser corrigidas”, disse Vivaldo.
Várias reuniões com a empresa já aconteceram, desde o início do ano, mas até agora não se chegou a uma solução sobre o assunto.
Uma nova reunião entre GM e Sindicato acontece nesta quarta-feira, dia 29, a partir das 9h.
A GM iniciou a negociação querendo criar três faixas salariais e aumentar o prazo para o trabalhador atingir o teto salarial da função, que era de 24 meses.
O Sindicato já rejeitou na mesa de negociação a proposta das três faixas salariais, já que só aceita as duas já existentes (manuseio e produção), e está discutindo a redução no prazo para a progressão salarial.
Além disso, o Sindicato exige estabilidade de emprego para todos os trabalhadores da fábrica, durante o período de vigência do acordo.
“Esta é a hora de intensificar a mobilização para acelerar a negociação, a exemplo do que fizemos na campanha da PLR”, concluiu Vivaldo.


