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Jornal do Metalúrgico

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Edição 1207 | De 05 a 12 de Setembro de 2017

Expediente

Órgão informativo do Sindicato dos Metalúrgicos de S. J. Campos, Caçapava, Jacareí, Santa Branca e Igaratá - Rua Maurício Diamante, 65, São José dos Campos - CEP 12.209-570. Telefone (12) 3946.5333 - Fax: 3922.4775 - site: www.sindmetalsjc.org.br - e-mail: comunicacao@sindmetalsjc.org.br. Responsabilidade: Diretoria do Sindicato. Edição: Rodrigo Correia. Redação: Lucas Martins, Manuela Moraes e Shirley Rodrigues. Editoração eletrônica: Bruno Galvão. Ilustração: Bruno César Galvão. Fotolito e Impressão: Unisind. Tel.: (11) 99907-9771

Mulher Metalúrgica


Aconteceu de novo!
É urgente que juízes, policiais e delegados entendam, definitivamente, o que diz a lei sobre estupro. O caso do homem que ejaculou no pescoço de uma mulher em um ônibus de São Paulo foi estupro, sim!

É absurdo que o criminoso Diego Ferreira de Novais tenha sido solto da prisão, já no dia seguinte. O juiz que determinou a soltura considerou que “não houve constrangimento, violência ou grave ameaça”. Dá pra acreditar?

Diego voltou a agir dois dias depois, desta vez, esfregando o pênis em outra mulher. Precisamos continuar denunciando esses crimes.


Sofrendo caladas
O número de denúncias e ações na Justiça por assédio sexual no trabalho, que vinha crescendo no país, perdeu força com o aumento do desemprego.

Segundo o Ministério Público do Trabalho, em 2012 foram registrados 146 casos. Este número deu um salto em 2015, passando para 250. Já em 2017, a tendência é de queda nas denúncias. Até agosto, foram apenas 144.

Com a crise econômica e o medo do desemprego, muitas mulheres preferem não denunciar o assédio e acabam sofrendo em silêncio. Até quando as empresas serão coniventes com os agressores?


Demissão pós-parto
Um estudo feito pela Fundação Getúlio Vargas com 247 mil mulheres apontou que metade das que tiveram filhos foram demitidas até dois anos depois da licença-maternidade.

No segundo mês após o retorno ao trabalho, a probabilidade de demissão chega a 10%.

Isso prova que ainda existe muita discriminação. Temos que lutar para defender nossos direitos!
 

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