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Jornal do Metalúrgico

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Edição 1202 | De 11 a 18 de Julho de 2017

Expediente

Órgão informativo do Sindicato dos Metalúrgicos de S. J. Campos, Caçapava, Jacareí, Santa Branca e Igaratá - Rua Maurício Diamante, 65, São José dos Campos - CEP 12.209-570. Telefone (12) 3946.5333 - Fax: 3922.4775 - site: www.sindmetalsjc.org.br - e-mail: comunicacao@sindmetalsjc.org.br. Responsabilidade: Diretoria do Sindicato. Edição: Shirley Rodrigues. Redação: Douglas Dias, Lucas Martins e Manuela Moraes. Editoração eletrônica: Bruno Galvão. Ilustração: Bruno César Galvão. Fotolito e Impressão: Unisind. Tel.: (11) 99907-9771

Mulher Metalúrgica


Não somos obrigadas

A atriz do SBT Maísa nos representou bem ao enfrentar de cabeça erguida o machismo em rede nacional de TV. O assédio começou com o patrão Silvio Santos, que sugeriu que a atriz, de apenas 15 anos, deveria namorar o apresentador Dudu Camargo, de 19.

O rapaz ainda insistiu em dançar e beijar a garota e disse que ela deveria passar uma noite com ele, para experimentar.

Visivelmente irritada, Maísa ameaçou abandonar o programa e, depois, desabafou nas redes sociais: “vivemos em uma sociedade onde a mulher não tem voz e precisa lutar com situações constrangedoras”.

Ao final, ainda questiona: “até quando as mulheres vão viver precisando aceitar tudo?”. Boa, garota!


Licença-paternidade
No que depender dos patrões, o cuidado com filhos vai continuar sendo só das mulheres. A licença-paternidade de 20 dias foi adotado por apenas mil das 160 mil empresas que podem aderir ao programa que prevê a ampliação do benefício.

Mas o absurdo não para por aí: mesmo quando há o direito, muitos homens não fazem uso por medo de serem tachados como pouco comprometidos com o trabalho. Ainda temos muito machismo para combater.


Mulher na balada
O velho golpe de usar as mulheres como um atrativo para lotar as baladas vai ter que acabar. O Ministério da Justiça declarou ilegal que mulheres paguem menos que homens em boates e casas noturnas.

Para a Justiça, a cobrança diferenciada utiliza a mulher como estratégia de marketing e a coloca em situação de inferioridade. É isso aí. Exigimos respeito!

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