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Jornal do Metalúrgico

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Edição 1179 | De 30 de Novembro a 06 de Dezembro de 2016

Expediente

Órgão informativo do Sindicato dos Metalúrgicos de S. J. Campos, Caçapava, Jacareí, Santa Branca e Igaratá - Rua Maurício Diamante, 65, São José dos Campos - CEP 12.209-570. Telefone (12) 3946.5333 - Fax: 3922.4775 - site: www.sindmetalsjc.org.br - e-mail: comunicacao@sindmetalsjc.org.br. Responsabilidade: Diretoria do Sindicato. Edição: Rodrigo Correia. Redação: Manuela Moraes e Shirley Rodrigues. Editoração eletrônica: Bruno César Galvão. Ilustração: Bruno César Galvao. Fotolito e Impressão: Unisind. Tel.: (11) 99907-9771

Dia Nacional de Lutas

Metalúrgicos mostram força e protestam contra ataques

Os metalúrgicos deixaram sua marca combativa no Dia Nacional de Lutas, na sexta-feira (25), e engrossaram a mobilização contra os ataques que o governo Temer está fazendo à classe trabalhadora.

Houve protestos na GM, TI Automotive, Ericsson, Avibras, Gerdau, Parker Filtros, Hitachi e Latecoere, como um aquecimento para a Greve Geral que precisamos construir no país.

Os metalúrgicos da GM saíram em passeata pela marginal da Via Dutra. Na faixa, a convocação: “É hora da Greve Geral. Não às reformas trabalhista e da Previdência e ao congelamento dos serviços públicos”.

Na Gerdau, Avibras, Hitachi e TI Automotive, os operários atrasaram a entrada da produção.

Houve também um ato unificado entre trabalhadores, estudantes e aposentados. Juntos, saíram em passeata pelo centro de São José dos Campos, com faixas e cartazes convocando a população para se organizar contra os ataques do governo Temer.

As mobilizações não deixaram dúvidas: aqui na região, não vamos aceitar retirada de direitos.

“Exigimos o fim dessas tentativas de acabar com direitos dos trabalhadores. Do contrário, vai ter Greve Geral”, afirma o secretário-geral do Sindicato, Renato Almeida.


Caravana do Sindicato vai a Brasília contra PEC da morte

Cerca de 30 mil manifestantes tomaram as ruas de Brasília nesta terça-feira (29) contra a PEC 55, em pauta no Senado. A medida congela os serviços públicos e as políticas sociais por 20 anos.

A manifestação, chamada Ocupa Brasília, contou com a participação de uma delegação do Sindicato, Admap e outras entidades da região, formada por cerca de 100 pessoas.

Até o fechamento desta edição, os senadores não haviam concluído a votação em primeiro turno.

Repressão violenta

Quando estava em frente do Congresso, o protesto começou a ser duramente reprimido pela Polícia Militar, que jogou bombas de gás contra os trabalhadores.

A violência dos policiais acabou criando uma praça de guerra na Esplanada dos Ministérios.

“Mesmo com essa violência, não vamos nos intimidar. Nossa luta contra a PEC 55 vai continuar”, relatou o diretor do Sindicato Weller Gonçalves, que participou do protesto.


Mobilizações ocorreram em todo o país

Assim como os metalúrgicos da nossa região, trabalhadores de diferentes estados e categorias realizaram protestos pelo País afora.

O Dia Nacional de Lutas teve a adesão de petroleiros, bancários, operários da construção civil, comerciários, químicos, servidores, trabalhadores dos transportes, aposentados e estudantes.

Os atos foram convocados pela CSP-Conlutas, CUT, Força Sindical, UGT, Nova Central Sindical, Intersindical, CGTB e CTB.

Em São Paulo, houve um ato unificado contra a reforma da Previdência, em frente ao INSS.

Em Porto Alegre, os metroviários pararam durante todo o dia. Estudantes realizaram manifestações e enfrentaram a repressão da PM.

O trator de Temer
Os ataques do governo não são poucos. Temer tem como prioridade fazer as reformas trabalhista e da Previdência e congelar os gastos públicos por 20 anos.

“As armadilhas preparadas por Temer atingirão em cheio a classe trabalhadora, estudantes e a população mais pobre, que depende dos serviços básicos da rede pública. Portanto, esta luta tem de ser de todos”, afirma Luiz Carlos Prates, o Mancha, da CSP-Conlutas.
 

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