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Jornal do Metalúrgico

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Edição 1178 | De 21 a 29 de Novembro de 2016

Expediente

Órgão informativo do Sindicato dos Metalúrgicos de S. J. Campos, Caçapava, Jacareí, Santa Branca e Igaratá - Rua Maurício Diamante, 65, São José dos Campos - CEP 12.209-570. Telefone (12) 3946.5333 - Fax: 3922.4775 - site: www.sindmetalsjc.org.br - e-mail: comunicacao@sindmetalsjc.org.br. Responsabilidade: Diretoria do Sindicato. Edição: Rodrigo Correia. Redação: Lucas Martins, Shirley Rodrigues e Manuela Moraes. Editoração eletrônica: Bruno César Galvão. Ilustração: Bruno César Galvao. Fotolito e Impressão: Unisind. Tel.: (11) 99907-9771

Contra os ataques de Temer

Dia 25 é Dia Nacional de Lutas por nossos direitos

Trabalhadores de todo o país vão se mobilizar nesta sexta-feira (25), Dia Nacional de Lutas.

Será um dia para mostrar ao governo Temer que a classe trabalhadora não vai tolerar os ataques que estão sendo preparados.

Se o presidente Michel Temer (PMDB) pensa que vamos engolir as reformas que vêm por aí, pode esquecer. No País inteiro vai ter luta!

Trabalhadores de diversas categorias já estão se preparando para as mobilizações. Com os metalúrgicos não será diferente.

“O governo e o Congresso Nacional já estão prontos para arrancar direitos históricos dos trabalhadores e aposentados. Para freiar esse trator, é preciso preparar o terreno e construir a Greve Geral. Este vai ser o papel das mobilizações do dia 25”, afirma o presidente do Sindicato, Antônio Ferreira de Barros, o Macapá.

O Dia Nacional de Lutas está sendo convocado por centrais sindicais, como a CSP-Conlutas, CUT, Força Sindical, UGT, Nova Central Sindical, Intersindical, CGTB e CTB.


Temer e patrões querem que paguemos a conta da crise

Sem a menor cerimônia, o presidente Temer está jogando nas costas da população mais pobre a conta da crise criada pelo próprio governo.

O desemprego, a alta dos preços, retirada de direitos e cortes em serviços públicos são resultado de uma política voltada exclusivamente para beneficiar patrões e banqueiros.

A fórmula é velha: tirar dos pobres para dar aos ricos.

É hora, portanto, da classe trabalhadora ir à luta e mudar o rumo dessa história!


Por que vamos à luta?


Contra a PEC 55
O governo Temer quer congelar por 20 anos os gastos com serviços públicos, inclusive educação e saúde. A aprovação da PEC 55 (antiga 241) vai piorar ainda mais as condições de vida da população que depende das escolas, creches e hospitais públicos. Também vamos à luta contra a reforma do ensino médio.

Contra a reforma da Previdência
Este é um dos mais severos ataques preparados pelo governo. Com a reforma, o trabalhador só vai se aposentar com, no mínimo, 65 anos de idade. Mas não é só. Há diversos outros ataques, como a redução no valor dos benefícios e pensões.

Contra a reforma trabalhista
Em benefício dos patrões, a reforma permitirá que acordos valham mais do que a CLT. Na prática, a medida coloca em risco direitos como 13º salário, licença-maternidade e férias. Também está no forno a liberação da terceirização em atividades-fim de empresas.

Emprego e redução da jornada
Num país com 12 milhões de desempregados, é urgente a luta em defesa do emprego. Por isso, defendemos a redução da jornada de trabalho sem redução de salário. Trabalhar menos para que todos trabalhem.


É hora de preparar a greve geral

O Dia Nacional de Lutas é mais um passo em direção à Greve Geral que está sendo preparada no País.

A insatisfação com o governo e o Congresso Nacional é geral entre os trabalhadores, estudantes e o povo mais pobre.

Mas não adianta só reclamar. É preciso ir à luta. A juventude está dando um grande exemplo, com as ocupações nas escolas e universidades. São os estudantes contra a reforma do ensino médio e os cortes em educação (PEC 55).

No Rio de Janeiro, os servidores públicos também se uniram e estão nas ruas contra a política de arrocho do governo estadual (leia mais na pág. 4).

“Estamos vivendo um período de forte ofensiva dos patrões e governos contra os nossos direitos. Mas temos todas as condições de resistir e defender as conquistas que custaram muito sangue da nossa classe. É preciso preparar uma Greve Geral que paralise o país em defesa de nossos direitos”, afirma o secretário-geral do Sindicato, Renato Almeida.


Dia 11 teve mobilizações em todo o País

Como parte da Jornada de Lutas programada para este mês, diversas manifestações se espalharam pelo País no dia 11.

Houve protestos em pelo menos 15 estados e no Distrito Federal, inclusive com bloqueio de rodovias e paralisação dos servidores.

Em São José dos Campos e Jacareí, condutores, servidores, químicos, metalúrgicos e aposentados se uniram para protestar contra o congelamento de gastos públicos e as reformas trabalhista e da Previdência.

Foi uma espécie de “esquenta” para as paralisações do dia 25. Agora é ir pra cima!
 

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