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Jornal do Metalúrgico

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Edição 1166 | De 03 a 09 de Agosto de 2016

Expediente

Órgão informativo do Sindicato dos Metalúrgicos de S. J. Campos, Caçapava, Jacareí, Santa Branca e Igaratá - Rua Maurício Diamante, 65, São José dos Campos - CEP 12.209-570. Telefone (12) 3946.5333 - Fax: 3922.4775 - site: www.sindmetalsjc.org.br - e-mail: comunicacao@sindmetalsjc.org.br. Responsabilidade: Diretoria do Sindicato. Edição: Shirley Rodrigues. Redação: Lucas Martins, Manuela Moraes e Shirley Rodrigues. Editoração eletrônica: Paulo Donizetti. Ilustração: Bruno César Galvao. Fotolito e Impressão: Unisind. CNPJ: 07.351.093/0001-48 - Fone: (12) 3966-1212.

Repressão

População protesta, em São José e todo país, contra gastos na Olimpíada

A CSP-Conlutas e os sindicatos dos Metalúrgicos e dos Trabalhadores dos Correios foram pra rua protestar contra o uso abusivo de dinheiro público na Olimpíada.

A manifestação aconteceu durante a passagem da tocha, dia 26, na Praça Afonso Pena, em São José.

O protesto ganhou a adesão da população. Moradores também usaram o microfone para se manifestar.

Apesar de ser um ato pacífico, ao final o dirigente licenciado da CSP-Conlutas, Luiz Carlos Prates, o Mancha, foi detido pela Polícia Militar, sem nenhuma explicação, e solto mais de uma hora depois.

Infelizmente, a repressão é uma realidade nas manifestações que estão acontecendo pelo Brasil afora.

Em Angra dos Reis (RJ), a PM reagiu com violência a um protesto. Bombas de efeito moral e balas de borracha foram usadas e uma criança teve de ser hospitalizada.

No dia da cerimônia de abertura da Olimpíada, nesta sexta-feira (5), haverá manifestações no Rio de Janeiro, convocadas por sindicatos e movimentos sociais.

Imprensa ignora realidade
Além de ignorar os protestos, a imprensa ainda mostra um falso Rio de Janeiro dos sonhos.

Enquanto o trabalhador carioca enfrenta o caos nos serviços públicos, a mídia capricha na maquiagem e mostra um Rio para “inglês ver”.

“O povo não aguenta mais ver os altos gastos públicos em obras que não atendem suas necessidades”, afirma o diretor do Sindicato Weller Pereira Gonçalves.


Legado olímpico é caro e precário

- Uso de dinheiro público: inicialmente orçados em R$ 28,8 bilhões, as obras dos Jogos, incluindo o legado, já somam R$ 38 bilhões. Deste total, 57% serão pagos com dinheiro público.

- Trabalho precário nas obras: o Ministério do Trabalho flagrou 30% dos operários em situação irregular, cumprindo até 23h de trabalho seguidas e sem carteira assinada.

-Redução de leitos hospitalares: enquanto doentes morrem em longas filas de espera, seis hospitais tiveram mais de 200 leitos reservados para o atendimento a turistas durante os Jogos.
 

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